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terça-feira, 22 de maio de 2012

CAMPEÕES, OLÉ!! É ESTA A NOSSA FÉ!!!

Dia 20 de Maio de 2012. Cerca de 14 mil adeptos da Académica de Coimbra deslocaram-se ao Estádio do Jamor para ver realizado o sonho das suas vidas.

A chuva caiu antes do jogo, não arrefecendo o ambiente nos parques do Jamor onde já se fazia a festa. Dentro do estádio, enquanto se ouvia o Hino Nacional a chuva voltou... mas apenas para preparar o caminho ao que iria acontecer logo a seguir...
Estavam decorridos 3 min do jogo quando Diogo Valente fez um dos seus cruzamentos e Marinho ao segundo poste colocou a Académica em vantagem na Final da Taça de Portugal...


Nenhum adepto da Briosa poderia antecipar que este era o Tal momento que iria durar para a eternidade... Aquele momento que toda uma vida sonharam, sabendo que era possível, mas podia nunca acontecer... 
Aquela Fé em que acreditámos, que iríamos sentir ao ver aquela bola entrar!...

A celebração do golo mágico foi genuína e intensa... muito mais intensa que uma vida inteira de títulos Estarolas!


Os restantes 90 minutos do jogo foram uma contagem decrescente para a realidade. Edinho deu-se ao luxo de falhar 2 golos certos já na segunda-parte, enquanto o Sporting de Lisboa nada conseguia fazer para criar perigo e ultrapassar o imbatível Ricardo na baliza. Mesmo com os jogadores da equipa Lisboeta a descerem ao nível mais baixo de porcos que tão bem caracteriza o seu rebanho de "seguidores do nada", o resultado acabaria mesmo por ser a justa vitória por 1-0 para a equipa Briosa!!!


73 anos depois da última conquista, ainda foram milhares os fiéis seguidores da Académica que sentiram as lágrimas vir aos olhos quando o árbitro deu o apito final!

Ouvia-se os adeptos da Académica a cantar "We are the Champions!" enquanto o capitão Orlando erguia a Taça de Portugal!...
A NOSSA TAÇA DE PORTUGAL!!!
A festa prolongou-se no Estádio Nacional que pôde também presenciar o mítico Fado de Coimbra e F-R-A...
...mas não acabou! Algumas horas mais tarde, já de madrugada, outros milhares de adeptos juntaram-se em Coimbra na Praça 8 de Maio e na Praça da República para celebrar a Conquista da Taça juntamente com os 'Heróis do Jamor'!

FOI  LEND....
...ÁRIO!!!

...mas não acabou! Na próxima época a Briosa tem garantida a presença na Supertaça de Portugal em Agosto, e entre Setembro e Dezembro... 6 jogos na Fase de Grupos da Liga Europa!!!

E o nosso Amor 100% BRIOSA, nunca mais irá acabar!!!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

INICIATIVA: 10.000 CAPAS NEGRAS NO JAMOR!!

A iniciativa 10.000 CAPAS NEGRAS NO JAMOR pretende contribuir para que a Final da Taça de Portugal se torne num momento verdadeiramente inesquecível, incentivando todos os actuais e antigos estudantes a levarem as suas capas. O objectivo é juntar dez mil capas negras no Jamor, neste próximo Domingo.

Todos nós – sócios, adeptos e simpatizantes da Briosa – gostamos de dizer que “a Académica é um clube diferente!”.
Todos nós sentimos também que esta Final é o concretizar de “um sonho de gerações”.

Mas como passar da teoria à prática? Como tornar esta diferença e este sonho uma realidade? Como passar para a opinião pública esta mensagem que todos sabemos ser verdadeira?

A Briosa não joga às risquinhas, com cores folclóricas. A Briosa não tem no seu símbolo animais, brasões ou frases “bonitas” em latim. A Briosa não pretende vencer a qualquer custo, empregando para esse fim, métodos e técnicas menos correctas.
A Briosa joga de negro. O nosso símbolo é um losango, desenhado a preto sobre fundo branco, estilisticamente tão simples, que o torna único e inigualavelmente belo. A Briosa pretende ser uma escola de valores.

Concordamos com o facto da direcção da AAC-OAF ter promovido a venda antecipada de bilhetes para os sócios, com a possibilidade de adquirirem um kit para acompanhante. Faz todo o sentido. Não só porque os principais interessados (i.e., os sócios pagantes) puderam garantir a sua presença na Final mas também porque poderão assim partilhar este momento único com alguém mais próximo – mulher, filho, irmão, pai, etc. – que habitualmente não acompanha a Briosa tão de perto e que, por esta razão, poderá não possuir o cachecol e os outros equipamentos que vêem com o kit.

No entanto, não são os cachecóis e os chapéus de palha que diferenciam a Académica de todos os outros clubes. São sim, as capas negras!

Junta-te a nós!


Se és um actual estudante, veste Capa e Batina!
Se és um antigo estudante, leva a tua capa!
Se não te “encaixares” nos dois grupos acima, leva o cachecol, leva o chapéu, veste a camisola da Briosa!


Vem viver a festa!!

Junta-te a nós; por 10.000 CAPAS NEGRAS NO JAMOR!!


Sai um F-R-A!!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

BONO, WE ARE IN THE FINAL!!!

YES, THERE IS ANOTHER BEAUTIFUL DAY ON THE WAY!...



OUR ACADÉMICA DE COIMBRA REACHED THE PORTUGUESE CUP FINAL!
BRIOSA IT IS !

COME AND JOIN US AGAIN ON MAY 20!!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

GRANDE CASA EM PERSPETIVA

É já amanhã que a Académica de Coimbra pode ficar mais perto de alcançar um autêntico sonho de uma vida dos seus adeptos. Enquanto os pseudo-adeptos de clubes estarolas vão vendo todos os anos as "suas" equipas pela tv em finais de marketing sem emoção, os Briosos adeptos sabem que este pode ser um dos ambicionados momentos da sua vida onde haverá uma lágrima garantida, seja de felicidade ou desilusão.

Apesar de ser ainda a 1ª mão da Meia-Final e da imprensa nacional não fazer qualquer publicidade ou sequer referência ao Académica vs Oliveirense, a cidade e região de Coimbra está mobilizada para apoiar a Académica de Coimbra e a grande procura de bilhetes (preço - 5€) já faz que algumas bancadas estejam praticamente esgotadas. Assim, é de esperar que marquem presença no Estádio Efapel Cidade de Coimbra cerca de 15.000 adeptos da Briosa, ou seja, que as 4 bancadas centrais sejam totalmente preenchidas, tal como sucedeu na época passada no jogo da 2ª mão frente ao V.guimarães, onde estiveram presentes 20.225 espectadores. Recorde-se que frente ao guimarães estiveram cerca de 6.000 energúmenos nas bancadas Norte e Sul, e da Oliveirense são esperados apenas 400 adeptos na bancada Sul. Está no entanto garantida a maior assistência da época.

Esperemos acima de tudo, que o resultado seja favorável à Briosa... 3-0 é quanto baste!...
(recorde-se que em caso de empate os golos fora contam a dobrar)

FORÇA BRIOSA!!!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

VIVE O SONHO!

ESTA 5ª FEIRA ÀS 20:15, TODOS AO ESTÁDIO CIDADE DE COIMBRA APOIAR A ACADÉMICA DE COIMBRA NAS MEIAS-FINAIS!

PREÇO DOS BILHETES - 5 €.

PRESENÇA NA FINAL DA TAÇA - IMPAGÁVEL!


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Evolução do Homem

Primeiro são macacos de imitação, a seguir querem ser diferentes mas mantêm-se noutro rebanho sem nexo, depois julgam que são especiais mas mantêm-se apenas pseudo-grandes sem justificação de existir... Por fim apercebem-se do que é realmente ser diferente, genuíno, único e especial e tornam-se na única coisa que faz sentido desde o início, tem motivo de ser, e é realmente inteligente, dignificante e gratificante!

BRIOSA SEMPRE

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Briosa arrasa Nacional!

A Académica venceu hoje o Nacional da Madeira, por 4-0, no Estádio EFAPEL Cidade de Coimbra. Os golos foram marcados por Diogo Valente (73 min, g.p.), Éder (79 e 90 min.) e João Real (84 min.).

Durante a semana, Pedro Emanuel tinha dito que o plantel da Briosa tinha uma "qualidade brutal" e que "em casa temos de ser fortíssimos". Estas palavras parecem ter influenciado positivamente os jogadores, que hoje retribuiram as palavras de confiança do seu treinador da melhor maneira possível - provando que ele tem 100% de razão.

O jogo começou com a Briosa a carregar e a criar oportunidades de golo, com Éder em grande destaque. Aos poucos, o Nacional foi invertendo a situação, empurrado por Mateus, e a primeira parte terminou até com sinal mais dos insulares.

Na segunda parte, a história repetia-se. A Académica entrou bem e, mais uma vez, criou algumas oportunidades claras de golo, que Éder e Danilo não conseguiram concretizar. Quando o Nacional parecia estar a tomar de novo o controlo, dá-se o momento do jogo - lançado em velocidade na área adversária, Sissoko adianta (demasiado) a bola mas o defesa do Nacional acaba por empurrá-lo na tentativa de o parar.

Bruno Paixão não hesitou, marcou penalty a favor da Briosa e expulsou Danielson.
Na conversão, Diogo Valente não deu hipóteses ao guarda-redes adversário, com um remate potente e bem colocado. A Académica tinha "tirado o ferrolho".
A equipa do Nacional desorientou-se e, num erro de um defesa adversário, Éder ganha a bola e vai directo para a baliza, não dando hipóteses a Elisson, no momento da verdade. Estava feito o 2-0 e o Nacional, com 10 jogadores, estava irremediavelmente condenado a fracassar em Coimbra.

Os jogadores da Briosa sentiram o pânico adversário e continuando a carregar, alcançaram a goleada. Num canto, muito bem marcado por Adrien, João Real ergue-se imponente na área e fuzila as redes de cabeça. 3-0! O Estádio rejubilava!! Mas não o jogo não ficou por aqui. Rui Miguel, que tinha entrado para o lugar de Diogo Valente, continuou a pressionar a defesa do Nacional e, numa boa jogada de entendimento, desmarcou Éder. Este, mais uma vez, rematou com confiança para o fundo das redes, afundando definitivamente os insulares.

Tudo é bom, quando acaba bem! A Briosa segue confiante em quarto lugar no campeonato, com 3 vitórias em 4 jogos realizados. Éder começa a dar vistas e já é o melhor marcador da Liga. Para a semana vamos à Luz, prontos a dar mais uma vez razão à história recente de vencer o Benfas.

A Briosa, um-a-um:

Peiser - É um senhor! Nas poucas vezes que foi chamado a intervir, fê-lo exemplarmente, segurando o 0-0 nas alturas em que o Nacional pressionou mais.

João Dias - Causa sentimentos contraditórios. A defender não se sai mal, embora hoje tenha tido muitas dificuldades em segurar o perigoso Mateus. No ataque, não arrisca nada. Não vai à linha e não faz um cruzamento para a área. Tem de mudar esta atitude, sob pena dos adversários começarem a perder-lhe o respeito ou de perder a titularidade.

João Real - Boa estreia. Não fez esquecer Berger a defender mas o golo dá-lhe seguramente confiança para o futuro e alguns pontos extra na luta por um lugar na defensiva academista.

Abdoulaye - Esteve muito seguro. Mais um bom jogo do central senegalês.

Helder Cabral - Aparentemente condicionado fisicamente, esteve uns furos abaixo da qualidade a que nos habituou o ano passado. De qualquer forma, nunca comprometeu e deu o seu melhor até uma lesão o obrigar a sair mais cedo.

Habib Pape-Sow - Mais uma vez, impôs o seu físico no meio-campo defensivo da Académica. É um jogador muito útil a destruir.

Adrien - Bom jogador mas muito sacrificado neste estilo de jogo da Académica em 4-3-3. Teve pouca bola nos pés. Sempre que pode, tentou dominar a bola e colá-la ao relvado para a poder entregar em boas condições aos companheiros. No entanto, sentiu sempre muitas dificuldades em fazê-lo pois os jogadores adversários pressionavam de imediato e não lhe davam espaço nenhum. Apontou o canto para o golo de João Real.

Danilo - um pouco como Adrien, acaba por defender mais do que atacar, pois a Briosa previlegia a progressão no terreno pelas alas. Trabalhou muito bem um lance na área do Nacional, mas depois desperdiçou, atirando por cima.

Sissoko - Hoje, destacou-se mais a defender do que a atacar. Brincou muito com a bola, mas foi quase sempre inconsequente.

Diogo Valente - é o esteio da Briosa. Não sabe jogar mal. Colocou sempre em sentido a defensiva adversária e abriu o caminho para a goleada, com uma execução irrepreensível da marca de grande penalidade.

Éder - O melhor da Briosa! Esteve sempre muito activo no jogo e coroou a sua exibição com dois golos. Alia a qualidade técnica a uma capacidade física de se lhe tirar o chapéu. Esqueçam o miúdo esforçado das épocas anteriores. Fez-se um homem e, com isso, um senhor jogador!

Nivaldo - entrou para o lugar de Helder Cabral, que saiu lesionado aos 62 minutos. Mas não foi uma simples troca-por-troca. Veio trazer mais acutilância ao flanco esquerdo e causou muitos problemas à defensiva contrária, combinando muito bem quer com Diogo Valente, quer com Rui Miguel.

Rui Miguel - entrou aos 78 minutos, para dar descanso a Diogo Valente. Fê-lo, uma vez mais, com grande confiança e vontade de mostrar serviço. E mostrou! Aos 90 minutos, isolou Éder para o 4-0.

Hugo Morais - refrescou o meio-campo academista aos 84 minutos. Pouco a dizer, de um jogador de que já se conhece a qualidade.


Por último, uma palavra para o público. No contexto da liga portuguesa, 3175 espectadores não é uma má assistência para um jogo à segunda-feira à noite, com transmissão na televisão. Mas é pouco para um clube como a Académica e para uma cidade como Coimbra. A Briosa está a jogar bem e a dar alegrias aos seus sócios e simpatizantes. Jogo a jogo, fim-de-semana a fim-de-semana, temos de ser (e vamos ser!) cada vez mais a gritar B-R-I-OOO-S-A!!!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

História dos primodivisionários: Académica

Formada inicialmente exclusivamente por alunos da Universidade de Coimbra, a Académica transportou durante o tempo a aura e a mística da Academia coimbrã. Lutando com galhardia pelos campos - primeiro pelados, depois relvados - deste país, os estudantes granjearam a simpatia de adeptos do Algarve ao Minho. Com grandes equipas que fizeram história no futebol nacional e que estiveram na frente da oposição política ao anterior regime, a Associação Académica de Coimbra é um orgulho da cidade do Mondego, do seu distrito e de todo um país.


Os primeiros pontapés no Largo de D. Dinis


As raízes da Académica remontam ao Clube Académico de Coimbra, fundado em 1861. Foram membros desse clube, atletas e estudantes da Universidade, que fundaram a Associação Académica de Coimbra a 3 de Novembro de 1887.

Após um período de desavenças entre os estudantes e a Universidade, com confrontos com a polícia académica que resultaram em prisões e expulsões e um conjunto de greves decretadas às aulas pelos estudantes, a associação é suspensa e a própria Universidade é encerrada temporariamente.

Entretanto o futebol começara a ganhar espaço na «Lusa Atenas». Em Março de 1894 disputara-se um confronto entre o Ginásio coimbrão e o Ginásio aveirense, clube fundado por Mário Duarte, fundador da A.F. Aveiro, pai de um futuro academista (Francisco Duarte) e avô do poeta Manuel Alegre.

A paixão pelo jogo alastrou pela cidade. A Universidade como pólo aglutinador de gentes de todo o país e do estrangeiro foi fundamental para a disseminação do jogo não só na própria cidade, como também noutras regiões do país.
O Largo de D. Dinis – actual Praça da República – foi a primeira «casa» do futebol coimbrão, onde grupos de jovens se reuniam para jogar ocasionalmente. Mais tarde os matches mudaram-se para a Ínsua do Bentos, para mais tarde regressarem à «alta» da cidade e ao velho Largo de D. Dinis.

Em Janeiro de 1901 a Associação já dispunha de uma secção desportiva e que já praticava futebol, como tão bem atesta um requerimento da associação para a Câmara Municipal pedindo que fosse arranjado o Largo de D. Dinis com vista à utilização do espaço para organizar jogos de futebol.

A Associação Académica

Após o advento da República (5 Outubro 1910) a Universidade de Coimbra perdeu o seu estatuto especial quando o novo governo abriu novas universidades em Lisboa e Porto quebrando o monopólio coimbrão. Contudo, a Universidade continuou a ser a maior e a mais respeitada de Portugal, atraindo jovens de todo o país.

Foram alguns desses rapazes que se reuniram na Ínsua dos Bentos para o primeiro treino para os «players do team da Académica» em Janeiro de 1911. Mais tarde veio o primeiro jogo que valeu uma vitória sobre o Ginásio por 1x0.

Os estudantes conquistaram a Taça Monteiro da Costa ao FC Porto em 1912/13 ganhando prestígio fora da cidade e da região. Durante toda a década o clube foi-se transformando no maior da região e em 1922 viu a A.F. Coimbra ser criada com a Académica como membro fundador.

Em 1922/23 os estudantes chegaram à final do Campeonato de Portugal onde foram vencidos pelo Sporting por 0x3, num jogo disputado em Faro.



Estreia na Liga e conquista da Taça

Quando a primeira edição da I Liga teve lugar a Académica foi uma das oito equipas que participaram, terminando no oitavo e último lugar.

O maior feito da história do clube foi atingido em 1938/39, quando a Académica conquistou a primeira edição da Taça de Portugal, vencendo o Benfica por 4x3 na final.

No campeonato nacional a Académica consegue o quinto lugar pela primeira vez na segunda edição, mantendo-se entre os grandes até 1948, ano em que desce pela primeira vez de divisão. No ano seguinte conquista o título de Campeã da II Divisão e volta à primeira onde se mantém durante mais 23 anos.

Em 1951 os academistas chegam à final da Taça para defrontar novamente o Benfica, mas desta vez a sorte sorri aos encarnados que vencem por um claro 1x5. Na segunda metade dos anos 60 o clube entra na melhor fase da sua história. Começa por conquistar um quarto lugar em 1965, a melhor classificação até então da história academista, e dois anos depois chega a época dourada dos estudantes.

Numa equipa dirigida por Mário Wilson pontificavam Artur Jorge (segundo melhor marcador do campeonato), Toni, Rui Rodrigues, Manuel António e o macaense Rocha (capitão de equipa) entre outros. Os estudantes deram réplica ao grande Benfica de Eusébio e acabaram o campeonato em segundo lugar a três pontos dos da Luz. Na Taça chegaram à final onde perderam 2x3 com o Vitória de Setúbal após duas horas e 24 minutos de jogo que tornam a final de 1967 a mais longa partida disputada até hoje em Portugal.

Em 1967/68 a Académica volta a ficar num quarto lugar e na estreia nas competições europeias em 1968 é eliminada na primeira eliminatória da Taça das Cidades com Feiras pelo Lyon após desempate por moeda ao ar.



A final de 1969 ou o «comício do Jamor»

No fim da época de 1969 a Académica chegou à final da Taça de Portugal mais uma vez. Contudo, o quarto jogo decisivo da Briosa não foi uma final como as outras. Vivia-se a crise Académica de Coimbra e o regime que entrava na primavera marcelista não sabia lidar com a contestação estudantil.

No dia da grande final os estudantes tinham o apoio efectivo de estudantes de todo o país, de oposicionistas e simpatizantes com a oposição. Em abono da verdade, muitos benfiquistas preferiam que fosse a Académica a vencer nessa tarde.

A equipa, solidária com a luta da Academia, entrou em campo com a capa caída pelos ombros em sinal de luto académico. Nas bancadas havia cartazes onde se lia: «Universidade Livre», «Estudantes Unidos por Coimbra» ou «Melhor ensino, menos polícias». Carlos Pinhão, jornalista de A Bola, classificaria mais tarde este dia como «um dos maiores comícios de sempre contra o regime».

Artur Jorge, a grande vedeta da equipa, fora chamado para o serviço militar e impedido de treinar e disputar a final, mas um golo de Manuel António a dez minutos do fim fez os estudantes sonharem com o triunfo. Otto Glória, treinador dos encarnados, confessou mais tarde que pensou que «estava tudo perdido», mas não estava, cinco minutos depois o Benfica empatou levando o jogo para prolongamento onde apontou um segundo tento e levou a Taça para Lisboa.

Como o Benfica além de vencer a Taça, foi campeão nacional, em 1970 a Briosa estreia-se na Taça das Taças onde chega aos quartos-de-final depois de eliminar os finlandeses do Pallos e os alemães de leste do Magdeburgo antes de cair às mãos do Manchester City.



O Académico e o Organismo Autónomo

Na época 1974/75, em consequência da Revolução de Abril, após a extinção do futebol na AAC, surge o Clube Académico de Coimbra que a FPF reconhece como legítimo sucessor da Académica e que toma o seu lugar na I Divisão.

Em 1984 o clube volta a denominar-se Académica quando é criado o AAC - Organismo Autónomo de Futebol -, que volta a recuperar também o antigo emblema dos estudantes.

O clube que só tinha passado duas épocas na II Divisão até ao 25 de Abril de 1974 entra num período de subidas e descidas que culmina na despromoção em 1989 e que durou até 1997. Este foi o verdadeiro período negro da Académica que terminou em 1996/97 com um terceiro lugar que foi festejado nas margens do Mondego como se de um Campeonato do Mundo se tratasse.

Após três anos entre os grandes o clube voltou a cair na II Liga de onde emergiu em 2002 para iniciar mais um longo período entre os grandes num novo processo de crescimento da Académica que viu o Estádio de Coimbra ser renovado para receber o Euro 2004.

Numa história antiga e gloriosa a Académica foi a alma da Academia coimbrã, o que justifica a enorme simpatia que desperta por todo o país, mas muito disso também se deve à constelação de estrelas que vestiram a mítica camisola preta: António Bentes, Mário Wilson, Toni, Victor Campos, Albano Paulo, Crispim, Artur Jorge; ou os treinadores que lideraram a orquestra academista como Cândido de Oliveira e Fernando Vaz, ou mais recentemente André Villas-Boas e Domingos Paciência.



Autoria do texto: João Pedro Silveira
http://www.zerozero.pt/

quarta-feira, 27 de julho de 2011

FALECIMENTO DE ASSOCIADO DA BRIOSA

Sócio da Académica nº 1294, com apenas 33 anos de vida, faleceu na noite passada em Coimbra vítima de morte súbita.
Discreto, apesar de não ser famoso quem o conhecia sabia do seu amor pela Briosa. Adepto da Académica a 100%, não falhava um jogo em Coimbra e seguia a Briosa em todos os jogos importantes. O seu apoio era incondicional, e apesar da sua efémera vida tinha já memórias invejáveis de momentos históricos da Briosa que acompanhava desde pequeno.
Nas duas últimas épocas, em particular este ano, assistiu à possibilidade da ver a sua Académica atingir uma Final. Viu o seu sonho frustrado para sua amargura, mas prometeram-lhe que ainda haveria muitas oportunidades de o atingir no Futuro... Terrivelmente, estavam enganados.

No blogue Académica Sempre sabemos que não só a Académica perdeu, bastante, com o desaparecimento de um genuíno motivo da Briosa existir, como também o Mundo perdeu alguém com valores extraordinários que merece ser homenageado.

Aqui ficam os nossos sentimentos, garantindo que, à sua imagem, a vida será aproveitada sempre ao máximo e nenhuma garrafa de James Martin's ficará guardada por abrir.
A sua memória estará presente entre nós quando o seu sonho se realizar.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Calendário de jogos da pré-época

A Académica irá realizar um total de sete jogos de preparação na pré-época. O primeiro jogo é já no dia 16 Julho, às 10:30 no Luso, contra o Tourizense. O primeiro jogo em casa, no ECC, terá lugar no dia 30 Julho, pelas 19:30. A equipa adversária será o Feirense.

Calendário dos jogos:

16 Julho, 10:30, Centro de Treinos do Luso, Académica vs Tourizense

20 de Julho, 17:00, Centro de Treinos do Luso, Académica vs Arouca

22 de Julho, Troféu Pauleta, Santa Clara vs Académica

23 de Julho, Troféu Pauleta, Vit. Guimarães vs Académica

27 de Julho, 19:30, Estádio Municipal de Aveiro, Beira Mar vs Académica

30 de Julho, 19:30, Estádio Cidade de Coimbra, Académica vs Feirense

3 de Agosto, Estádio Cidade de Coimbra, Académica vs Beira Mar

domingo, 3 de abril de 2011

Basket: AAC vence Benfica!


A Académica venceu o Benfica esta tarde, no Pavilhão Dr. Mário Mexia, num grande jogo de basquetebol! O resultado final foi de 89-87.

A Académica começou muito bem. As suas rápidas e inteligentes movimentações ofensivas desorientaram completamente o Benfica, tendo o 1º período terminado com um parcial de 24-13.

O 2º período foi igual. A Académica chegou a duplicar a pontuação do Benfica e esteve até a vencer por 18 pontos. Will Holland, Tommie Eddie e Fernando Sousa revelavam tremenda eficácia e foi sem surpresa que a Académica chegou ao intervalo a vencer por 51-35.

Na 2ª parte a história foi diferente. O Benfica entrou mais aguerrido e previligou a altura e a força na constituição da equipa. Foi um 3º período muito forte dos encarnados, que conseguiram anular a vantagem da Académica para apenas 3 pontos (68-65).

Esperava-se um 4ª período muito intenso. E assim foi! A jogar com apenas um base, o Benfica impôs o físico na luta das tabelas (apenas Ben Reed tinha menos de 2,0 metros) e logrou passar para a frente do marcador. A reacção Academista não tardou. Tommie Eddie e Tiago Pinto mostraram mão certeira e viraram de novo o resultado. Nos instantes finais, com a Académica em vantagem, o Benfica provocou alguns lances livres e tentou a sua sorte dos 3 pontos, mas não foi suficiente. A garra e a inteligência academistas foram superiores e levaram ao rubro o imenso público presente nas bancadas.

Grande destaque para Tommie Eddie, o MVP do encontro, com 26 pontos, 10 ressaltos e 2 assitências.


Com esta vitória, a Académica mostrou que se bate de igual para igual com qualquer adversário (relembro que já derrotou o Porto duas vezes esta época) e que pode ganhar em qualquer campo. Os playoff estão à porta e a equipa está pronta para os enfrentar. Os academistas mostram acreditar cada vez mais nesta equipa e apreciar cada vez mais o basquetebol.


Momentos heróicos se esperam! AAC, Académica, Académica!




domingo, 3 de outubro de 2010

CADA DIA DE BRIOSA É UM BEAUTIFUL DAY!

It's a beautiful day,
Don't let it get away
It was a beautiful day...
BRIIIOOOOOOOOOOOOSAAAAAAAAA!!...


(ver final do vídeo)

U2 - BRIOSA

Paul David Hewson, popularmente conhecido como Bono, e a sua banda, os U2, actuaram ontem em Coimbra num concerto monumental.

Que melhor forma de entrar no Estádio Cidade de Coimbra do que entoando o cântico que define esse local:
"BIIIIOOOOOOOOOSAAAAAAAAAAAAAAAAAA"


Para estes Irlandeses não há dúvidas...

...é lamentável que para tantos habitantes de Coimbra haja sequer dúvidas.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

GRANDE BRIOSA!

Não foram 0-5 como há precisamente 6 anos e 1 dias... foi 1-2 e basta!
O bombo da festa voltou a ser a equipa da Freguesia de Santa Maria de Belém, na cidade de Lisboa. Muitos ficaram tristes com mais esta derrota, como é o caso dos comentadores da SportTv. Porém, graças a todos estes tristes de Lisboa estará quase garantido que esta época ninguém irá descer de divisão pelo critério de pontos, já que o último classificado em pontos será certamente repescado (logo também o penúltimo por tabela)!... Sim, e estou a falar desse clube em que os adeptos aplaudem quando a equipa continua a jogar após uma bola mandada fora pelo adversário para assistência dum jogador que até saiu lesionado....

Quanto à Briosa com esta vitória atinge o 11º lugar, agora com 23 pontos (mais 2 que na 20ª jornada da época passada), a 4 pontos (mas com 6 equipas pelo meio) do 4º lugar, a 8 pontos da linha-de-água e mais do dobro dos pontos do último classificado.

Alinharam na equipa da Académica: Ricardo; P.Costa, Orlando, Berger, E.Rafael (H.Cabral, 39´); Cris (P.Sérgio, 66´), N.Coelho, D.Gomes; Vouho (Lito, 76´), Sougou, J.Ribeiro.

Uma entrada fantástica da Briosa que pelos pés do Magnífico Sougou criou várias oportunidades que o Formidável Vouho foi aproveitando até acabar mesmo por concretizar com um grande golo aos 18'. Não contentes, os Brilhantes jogadores da Briosa foram à procura do segundo golo, que obteriam logo a seguir, aos 23' pela garra do Fenomenal Berger, que cabeçou um canto batido pelo Genial D.Gomes. Mais algumas oportunidades foram surgindo pela Briosa que infelizmente não conseguiu voltar a marcar. O Belenenses ainda reduziu, mas a vitória durou até ao fim, e é nossa, só nossa!Nota para a excelente exibição da equipa, em particular dos jogadores referidos, que também aparecem nesta imagem... Vouho, pela esforço, entrega e conquista do 1º golo, merece o título de melhor em campo!

Ficam as palavras do Mágico André Villas Boas:
«Com algum sofrimento lá conseguimos ganhar. Fizemos uma primeira parte claramente superior ao Belenenses. Mas qualquer golo do Belenenses mudava o sentido de jogo. Criou-se ansiedade tal nos nossos jogadores que permitiu a superioridade do Belenenses na segunda parte. De resto, uma primeira parte muito boa, que nos levou a uma vantagem tranquila. A partir do 2-1 tentámos a gestão do resultado e valeu o esforço e o facto de termos tido uma semana para preparar o jogo, no sentido de assegurar a manutenção o mais rápido possível. Não digo que tivemos facilidades, acho que a nossa primeira parte foi boa, num campo bastante estragado. Fizemos ver um pouco do que fizemos em Alvalade e no Dragão, em que nos sentimos confiantes a atacar com bola. Acho que é mais mérito nosso que o contrário. Agora, a emoção de uma equipa que luta para não descer influenciou o jogo e quando aconteceu o 2-1 mudou o sentido do encontro.
Este foi um salto importante em relação ao que aconteceu este fim-de-semana. Talvez os 26 pontos sejam suficientes para a permanência ou talvez não. É preciso continuar a pontuar até estar assegurada. Depois, ambicionar o mais alto possível. Após um período bom para nós, vem um ciclo difícil. Vamos valorizar o que temos feito e tentar fazer 26 pontos com o Rio Ave.»

O Resumo:


Viva a Académica!!!
O clube do nosso coração!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Estádios do Euro2004

Caros leitores,

venho denunciar mais um erro jornalístico grosseiro a que assisti hoje. Confesso que, inicialmente, tive dúvidas sobre se lhe deveria chamar "falta de rigor" ou "erro grosseiro", mas após uma curta análise não hesitei em optar por esta última designação. Enfim, vamos aos factos.

Hoje à noite, quer a SIC quer a TVI exibiram nos seus noticiários peças sobre os Estádios do Euro 2004. As peças criticavam os maus investimentos efectuados, pois hoje em dia alguns desses Estádios têm pouca utilização e, consequentemente, poucas receitas, mas apresentam elevados custos de manutenção. São portanto, uns "elefantes brancos".

Em relação a este ponto, concordo totalmente. Teria sido muito bom que se tivesse planeado melhor o pós-Euro e aprofundado o potencial de rentabilização dos investimentos. Voltemos aos factos.

As peças televisivas referiram 4 Estádios, agregando-os em 3 grupos (curiosamente, os mesmos Estádios e os mesmos grupos, nas duas estações televisivas):
- Faro-Loulé (Algarve);
- Aveiro;
- Magalhães Pessoa (Leiria) e Coimbra.

E é aqui que, na minha opinião, ambas cometem um erro grosseiro.
Realmente, no Estádio do Algarve não joga ninguém e no de Aveiro joga um clube que actualmente está na Liga Vitalis (II Liga) e tem poucos espectadores. Apesar disso, na Época 2008/09, teve mais assistência do que Nacional, Naval e Paços de Ferreira, que militam na Liga Sagres (I Liga).
No que diz respeito ao Estádio de Leiria, todos conhecemos a sua triste história: um dos seus topos nunca chegou a ser acabado e a UDL nunca teve muitos adeptos.
Infelizmente, a triste sina da Académica neste início época tem levado a que, também em Coimbra, o número de espectadores seja profundamente baixo.

No entanto, discordo totalmente que se coloque no mesmo saco os Estádios do Algarve, de Aveiro e de Leiria e o Estádio Cidade de Coimbra (ECC). Pelas mais diversas razões. Primeiro, ao contrário de todos os outros, o ECC está, urbanisticamente falando, relativamente bem integrado na cidade. Segundo, o ECC não tem uma utilização esporádica. Muito pelo contrário. O facto de ser um complexo multi-usos (estádio, centro comercial, piscinas, pavilhão desportivo, residências, comércios e serviços) faz do ECC um ponto central na vivência diária da cidade (e até nocturna). Ok, ok, há alunos a ter aulas no Estádio do Algarve. Mas isso também é, em princípio, passageiro. Terceiro, apesar da Académica ter menos público do que todos gostaríamos que tivesse, foi o clube que registou a 6º maior audiência na Época 2008/09.
Por último, se estavam a falar de "flops", por que carga de água não falaram do Estádio do Boavista? O clube está na 2ª divisão nacional e tem pouquíssimos espectadores. É o melhor exemplo de um investimento falhado!

domingo, 17 de maio de 2009

Académica 3 - Naval 1

No último jogo da época no Estádio Cidade de Coimbra, a Académica venceu a Naval por 3-1. Começaram melhor os da Figueira, com Paulão a abrir o marcador ainda na primeira parte. Apesar da desvantagem, a Académica nunca se mostrou insegura. Domingos aposta tudo no ataque e coloca a nu as debilidades da Naval – 3 golos da Académica em cerca de 10 minutos mudam completamente a história do jogo. De realçar que ambas as equipas têm motivos para celebrar – a Académica sobe para o 7º lugar na tabela classificativa e fica em condições de alcançar o 6º na última jornada; a Naval faz a festa da manutenção, devido à derrota do Trofense. Teremos assim, novamente, 2 equipas do distrito de Coimbra a disputar a Liga na época 2009/2010. Parabéns Académica! Parabéns Naval!
A Académica começou o jogo no habitual 4-3-3, com: Pedro Roma na baliza; Pedrinho, Luiz Nunes, Orlando e Pedro Costa a formarem o quarteto defensivo; Nuno Piloto (mais recuado), Tiero e Cris no meio-campo; e Lito, Miguel Pedro e Sougou a formarem um trio atacante bastante móvel.
Na primeira parte, as equipas estavam bastante “encaixadas”. A Académica tinha maior domínio e chegava mais frequentemente à área da Naval. No entanto, a Naval dominava “nas alturas” e trazia muito perigo à baliza de Pedro Roma nos cantos e livres. Foi na sequência de um destes lances que a turma da Figueira inaugurou o marcador. O inevitável Paulão ganha de cabeça no centro da área da Briosa, Pedro Roma desvia para a frente, e o jogador da Naval faz a recarga certeira. Até ao intervalo, nada mais a registar, a não ser a aparente tranquilidade/segurança dos jogadores da Briosa, que não “sentiram” o golo sofrido.
A segunda parte começa com a entrada de Saleiro para o lugar de Tiero (mexido, mas infeliz no remate). A Briosa continua a procurar o golo, mas a defesa contrária, muito bem liderada por Paulão, vai anulando as investidas. Com a entrada de Éder para o lugar de Miguel Pedro (também ele muito esforçado mas pouco eficaz), a Académica passa a actuar num 4-2-4, com dois pontas de lança altos e dois extremos muito rápidos. Foi o mote para a reviravolta no marcador. A Briosa, através de Éder, começa a ganhar bolas de cabeça na área da Naval. A primeira sai ao lado, a segunda vai às redes! 1-1 no marcador e primeiro golo de Éder no campeonato (tão merecido golo!). Pouco depois, Éder assiste Sougou, que bate Peiser num remate cruzado. A cambalhota materializa-se (2-1). Os jogadores da Naval ficam completamente desorientados. Cada jogada da Briosa leva pânico à baliza dos navalistas. Sem surpresa, Sougou entra pela direita e centra para o meio da área, onde aparece Saleiro a facturar com um remate de primeira, à meia-volta. Foi a cereja em cima do bolo! Um golo de belo efeito, para uma vitória emociante da Briosa. A registar ainda a substituição de Pedro Costa por Hélder Cabral.
Para a semana há mais. Vamos a Guimarães, já com a certeza de ficarmos à frente deles. ;-)

Saudações académicas!

sábado, 2 de maio de 2009

Estou confiante!

AAC-Sporting, Estádio Cidade de Coimbra, 18:45

Aqui ficam os nossos convocados para o jogo de hoje:

24 – Pedro Roma

29 – Peskovic

2 - Amoreirinha

4 - Luiz Nunes

8 – Júlio César

10 - Miguel Pedro

13 - Gonçalo

11 – Lito

17 – Cris

18 - Sougou

19 – Pedrinho

21 – Éder

28 – Nuno Piloto

30 – Pedro Costa

33 – Tiero

39 - Saleiro

55 - Helder Cabral

85 - Diogo Gomes

Em relação ao jogo propriamente dito... estou confiante! Confiante que:

  • teremos o estádio cheio;
  • vamos assistir a um grande jogo de futebol;
  • a qualidade da arbitragem será superior à do último jogo em casa com o FCP;
  • veremos bonitos golos da Briosa;
  • vamos todos celebrar a nossa vitória em grandes jantaradas e nas Noites do Parque!

Saudações Académicas!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Primeiro Post

Começo este meu primeiro post por agradecer aos editores do Académica Sempre o convite que me endereçaram. Em particular, quero agradecer ao João António. Por motivos profissionais, o João António estará ausente do país nos próximos meses e não poderá acompanhar a nossa Briosa tão de perto como gosta. Agradeço-lhe o facto de acreditar que eu poderei dar um bom contributo para o Académica Sempre e para a discussão de ideias na bloguesfera Académica. Ao João António, desejo as melhores felicidades para a sua aventura por terras do Novo Mundo e prometo que me esforçarei para não frustrar as suas expectativas.
Em relação ao jogo deste fim-de-semana com o Benfica, acredito que a Briosa entrará com a tranquilidade e o espírito vencedor necessários para fazer um grande jogo no Estádio da Luz. Infelizmente não poderemos contar com Sougou, que normalmente desequilibra o jogo a nosso favor, mas relembro que na época passada ele não fazia parte da equipa e isso não nos impediu de alcançar uma retumbante vitória!

Saudações Académicas,

Joao M