ABRE OS OLHOS OLEGÁRIO,
QUANDO A BOLA PASSA A LINHA É GOLO NO MEU DICIONÁRIO.
ABRE OS OLHOS OLEGÁRIO,
QUANDO A MÃO CORTA A BOLA É PENALTY NO MEU DICIONÁRIO.
segunda-feira, 7 de maio de 2007
"ABRE AS PERNAS" OLEGÁRIO
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João António
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14:44
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Marítimo - 0 Académica - 0
A Académica obteve frente ao Marítimo um precioso ponto rumo à manutenção. Apesar dum penalty inventado (enfim enfim enfim...) que P.Roma defendeu, e das várias oportunidades desperdiçadas pela Briosa, 0-0 foi o resultado final.
Manuel Machado:
«Com este ponto conquistado, as equipas que nos perseguem têm de ganhar dois jogos, no caso do Beira Mar, e no caso do Desp. Aves e do V. Setúbal têm de ganhar dois dos três jogos, para passarem à nossa frente. A Académica, à excepção das primeiras cinco jornadas, nas quais tinha dezoito jogadores novos e nas quais apresentou uma qualidade de jogo miserável, no resto do tempo apresentou um futebol vistoso e muito digno, mas tem uma grande lacuna porque já sofreu 42 golos. É agradável ver a Académica jogar, mas para não continuar nesta luta da permanência até aos últimos jogos terão que ser corrigidos alguns processos defensivos. Já não estava habituado a este sofrimento, mas apesar das dificuldades que me tiram o sono, e não tenho problemas em admiti-lo, a minha postura é igual à da época passada na qual estava numa posição muito privilegiada.»
Resumo do jogo:
Manuel Machado:
«Com este ponto conquistado, as equipas que nos perseguem têm de ganhar dois jogos, no caso do Beira Mar, e no caso do Desp. Aves e do V. Setúbal têm de ganhar dois dos três jogos, para passarem à nossa frente. A Académica, à excepção das primeiras cinco jornadas, nas quais tinha dezoito jogadores novos e nas quais apresentou uma qualidade de jogo miserável, no resto do tempo apresentou um futebol vistoso e muito digno, mas tem uma grande lacuna porque já sofreu 42 golos. É agradável ver a Académica jogar, mas para não continuar nesta luta da permanência até aos últimos jogos terão que ser corrigidos alguns processos defensivos. Já não estava habituado a este sofrimento, mas apesar das dificuldades que me tiram o sono, e não tenho problemas em admiti-lo, a minha postura é igual à da época passada na qual estava numa posição muito privilegiada.»
Resumo do jogo:
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João António
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00:03
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quarta-feira, 2 de maio de 2007
IMPUNIDADE
Em qualquer actividade, quer profissional, quer doutro cariz, as pessoas que cometem erros graves, que se mostram incompetentes, ou pouco sérias, sofrem as consequências dos seus actos. Na arbitragem isso não acontece. É como que um reino à parte do resto da civilização. Aí pode-se fazer tudo o que se quer sem que nada de grave aconteça. Repare-se que até indiciados em corrupção continuam a ser nomeados para exercer a actividade em que, alegadamente, foram desonestos! Uma coisa assim não se vê em mais lado nenhum! Poderão dizer-me que na política... Pois mesmo aí as coisas estão a mudar. Actualmente tem sido prática comum que um indivíduo acusado ou indiciado, no mínimo, suspenda o seu mandato. Naturalmente, a grande maioria das pessoas assiste incrédula a este "fartar vilanagem", que continua com ou sem Major, com ou sem "Apito Dourado". Mas, pasme-se, não é só em Portugal! A UEFA acaba de nomear o ladrão Benquerença para arbitrar um jogo de qualificação para o Campeonato da Europa! Ficamos todos cientes que a arbitragem é mesmo um mundo à parte onde os vígaros podem fazer as suas tropelias sem qualquer receio de punição. Por falar em punição, para quando o epílogo das investigações do "Apito Dourado"? Parece-me que nem a "Dama de Ferro" Maria José Morgado consegue opor-se à corja da arbitragem! Infelizmente... O futebol é que sofre com toda esta vergonha, com toda esta vigarice descarada! Até quando?
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Pedro Santos
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23:39
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segunda-feira, 30 de abril de 2007
ROUBO DE IGREJA
Não vale a pena estar aqui a fazer um comentário ao Académica - 0 Braga - 1, pois 15000 pessoas viram no estádio além daquelas que puderam seguir na televisão.
Também é escusado chamar nomes a Olegário Benquerença. O seu nome já por si é ridículo. Filho da puta, cabrão, cornudo, bandalho, chulo, corrupto, gatuno, ladrão, palhaço, paneleiro ou qualquer outro sinónimo são nomes que parecem estar em sintonia quando se trata da sua qualificação.
Originalidade só no escândalo que este senhor proporcionou. Insultá-lo já não será original, porque até a mãe e os filhos devem sentir o mesmo. Falar do roubo que ele proporcionou esta noite também não é original, basta deixar uma notícia da comunicação social, poupam-se as asneiras assim:
«(...)
A partida ficou ainda marcada por várias decisões controversas da arbitragem, nomeadamente na validação do único golo da partida, apontado por Zé Carlos, e num «penalty» não assinalado, perto do fim, favorável à Académica.
(...)
O Sp. Braga continuou a carregar no acelerador e teve direito a um brinde, pouco depois do reatamento, com a expulsão de Kaká. O central já tinha um amarelo e, alegadamente por protestos, acabou por ver o segundo e deixou a equipa em apuros.
(...)
A vaga atacante dos minhotos chegou a ser sufocante, logo a seguir à saída do central brasileiro e, depois de uma série de cantos, Zé Carlos levou, finalmente, a melhor sobre Pedro Roma e abriu o activo. Num lance no mínimo duvidoso - o avançado arsenalista pareceu estar em fora-de-jogo - , a justiça acabou por chegar ao marcador, eventualmente por linhas tortas.
Os ânimos continuaram a aquecer, com mais algumas decisões polémicas de Olegário Benquerença, nomeadamente a sancionar foras-de-jogo ao ataque da equipa da casa e ao anular-lhe um golo, na conversão de um livre, cobrado por Pitbull, para amarelar Paulo Jorge. Algumas faltas duras da parte dos bracarenses também ficaram sem a devida sanção.
Nesta altura, o Sp. Braga, mesmo em superioridade numérica, viu-se forçado a recuar as suas linhas, perante o crescimento repentino dos estudantes. O encontro terminou com grande intensidade, em consequência da pressão dos conimbricenses.
Estava, contudo, reservado para o fim o maior pecado da partida e outra vez de Olegário Benquerença. Uma mão na área de Paulo Jorge que apenas o juiz de Leiria não viu.»
Manuel Machado também não disse nada que toda a gente não tenha visto, inclusive o árbitro.
«A equipa tem estado bem em casa e na maior parte dos jogos não foi pelo seu desempenho que não pontuou. É um jogo com leitura dupla, um primeiro bloco equilibrado e um segundo tempo que merece uma análise mais detalhada à acção do árbitro. [Kaká] não foge ao bom senso, mas o árbitro entendeu penalizá-lo com o segundo amarelo e infelizmente, mais uma vez, uma segunda atitude penalizante do árbitro, um penalty, que não é assinalado. Vamos manter a atitude e resolver o nosso problema, com certeza. Estou confiante, a vantagem dá-nos alguma tranquilidade.
Este jogo teve dois blocos diferentes. Um primeiro, marcado pelo equilibro, com um interesse relevante, e momentos de bom futebol e ocasiões de golo em ambas as balizas. Nesse período, a arbitragem esteve ao nível das duas equipas. Já no segundo, houve um conjunto de decisões do quarteto de árbitros que merecem, no mínimo, reflexão. Tenho vindo a mostrar-me gratificado pela melhoria da arbitragem e não será por causa dela que irei justificar o que quer que seja. Mas houve aspectos que justificam, como disse, uma reflexão e análise por parte de quem tem responsabilidades no sector. A expulsão de Kaká, embora aceitável numa interpretação rigorosa das leis, mandava o bom-senso que não tivesse acontecido, tendo em conta que o jogador teve uma reacção de descontentamento para consigo próprio, que não foi ofensiva para qualquer um dos árbitros. Depois houve um golo anulado, por causa do avanço da barreira num livre, e, também aqui, não vejo onde isto pode beneficiar o futebol. E, no final, é penalty. Não tem nada que saber. O árbitro acabou por ser o grande protagonista do segundo tempo e, quando assim é, o futebol não sai beneficiado. Saímos deste jogo com a sensação de termos sido tratados como filhos de um deus menor e, por isso, sinto-me penalizado.»
Também é escusado chamar nomes a Olegário Benquerença. O seu nome já por si é ridículo. Filho da puta, cabrão, cornudo, bandalho, chulo, corrupto, gatuno, ladrão, palhaço, paneleiro ou qualquer outro sinónimo são nomes que parecem estar em sintonia quando se trata da sua qualificação.
Originalidade só no escândalo que este senhor proporcionou. Insultá-lo já não será original, porque até a mãe e os filhos devem sentir o mesmo. Falar do roubo que ele proporcionou esta noite também não é original, basta deixar uma notícia da comunicação social, poupam-se as asneiras assim:«(...)
A partida ficou ainda marcada por várias decisões controversas da arbitragem, nomeadamente na validação do único golo da partida, apontado por Zé Carlos, e num «penalty» não assinalado, perto do fim, favorável à Académica.
(...)
O Sp. Braga continuou a carregar no acelerador e teve direito a um brinde, pouco depois do reatamento, com a expulsão de Kaká. O central já tinha um amarelo e, alegadamente por protestos, acabou por ver o segundo e deixou a equipa em apuros.
(...)
A vaga atacante dos minhotos chegou a ser sufocante, logo a seguir à saída do central brasileiro e, depois de uma série de cantos, Zé Carlos levou, finalmente, a melhor sobre Pedro Roma e abriu o activo. Num lance no mínimo duvidoso - o avançado arsenalista pareceu estar em fora-de-jogo - , a justiça acabou por chegar ao marcador, eventualmente por linhas tortas.
Os ânimos continuaram a aquecer, com mais algumas decisões polémicas de Olegário Benquerença, nomeadamente a sancionar foras-de-jogo ao ataque da equipa da casa e ao anular-lhe um golo, na conversão de um livre, cobrado por Pitbull, para amarelar Paulo Jorge. Algumas faltas duras da parte dos bracarenses também ficaram sem a devida sanção.
Nesta altura, o Sp. Braga, mesmo em superioridade numérica, viu-se forçado a recuar as suas linhas, perante o crescimento repentino dos estudantes. O encontro terminou com grande intensidade, em consequência da pressão dos conimbricenses.
Estava, contudo, reservado para o fim o maior pecado da partida e outra vez de Olegário Benquerença. Uma mão na área de Paulo Jorge que apenas o juiz de Leiria não viu.»
Manuel Machado também não disse nada que toda a gente não tenha visto, inclusive o árbitro.
«A equipa tem estado bem em casa e na maior parte dos jogos não foi pelo seu desempenho que não pontuou. É um jogo com leitura dupla, um primeiro bloco equilibrado e um segundo tempo que merece uma análise mais detalhada à acção do árbitro. [Kaká] não foge ao bom senso, mas o árbitro entendeu penalizá-lo com o segundo amarelo e infelizmente, mais uma vez, uma segunda atitude penalizante do árbitro, um penalty, que não é assinalado. Vamos manter a atitude e resolver o nosso problema, com certeza. Estou confiante, a vantagem dá-nos alguma tranquilidade.
Este jogo teve dois blocos diferentes. Um primeiro, marcado pelo equilibro, com um interesse relevante, e momentos de bom futebol e ocasiões de golo em ambas as balizas. Nesse período, a arbitragem esteve ao nível das duas equipas. Já no segundo, houve um conjunto de decisões do quarteto de árbitros que merecem, no mínimo, reflexão. Tenho vindo a mostrar-me gratificado pela melhoria da arbitragem e não será por causa dela que irei justificar o que quer que seja. Mas houve aspectos que justificam, como disse, uma reflexão e análise por parte de quem tem responsabilidades no sector. A expulsão de Kaká, embora aceitável numa interpretação rigorosa das leis, mandava o bom-senso que não tivesse acontecido, tendo em conta que o jogador teve uma reacção de descontentamento para consigo próprio, que não foi ofensiva para qualquer um dos árbitros. Depois houve um golo anulado, por causa do avanço da barreira num livre, e, também aqui, não vejo onde isto pode beneficiar o futebol. E, no final, é penalty. Não tem nada que saber. O árbitro acabou por ser o grande protagonista do segundo tempo e, quando assim é, o futebol não sai beneficiado. Saímos deste jogo com a sensação de termos sido tratados como filhos de um deus menor e, por isso, sinto-me penalizado.»
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João António
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22:45
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segunda-feira, 23 de abril de 2007
À Beira da Manutenção!
A Briosa alinhou com a seguinte equipa: P.Roma; Sarmento, Litos, Kaká, V.Vinha (Gyano, 70m); R.Brum, P.Sérgio, F.Teixeira (M.Pedro, 42m); Dame (Alexandre, 61m), Lino, Joeano.
No 2º tempo com a Académica a atacar para o lado da sua claque começou a sentir-se que a vitória era possível, e o golo esteve para acontecer com o cabeceamento à trave de Kaká aos 76m na sequência de um canto. Este surgiu finalmente aos 83m com Gyano a encostar para dentro da baliza um cruzamento de Joeano, levando ao delírio os adeptos da Briosa!
A-CA-DÉ-MI-CA!!! A-CA-DÉ-MI-CA!!! A-CA-DÉ-MI-CA!!!
O árbitro optou por não mostrar cartões amarelos aos jogadores que equipassem de amarelo. Incrível como nem o jogador que quase partiu a perna a F.Teixeira numa jogada perigosíssima viu sequer um amarelo, enquanto que para a Briosa este foi mostrado em 6 ocasiões!
Notas assim para as lesões de F.Teixeira, um entorse com alguma gravidade na articulação tibiotársica, e de Gyano no seu maxilar, lesões estas que serão melhor avaliadas após o regresso a Coimbra.
«A Académica foi inteligente e fria, pois soube tirar partido do estado de apreensão do seu adversário. Foi como uma partida de xadrez, em que estudamos o nosso oponente e conseguimos aproveitar o sua intranquilidade»
Manuel Machado:
«Estou satisfeito com a vitória e a exibição dos jogadores. Em relação à manutenção, ainda nada está assegurado, mas está mais próxima. Foi um resultado importante. O jogo valeu, sobretudo, pela emoção e incerteza. Estivemos melhor na primeira parte, mas soubemos controlar o ímpeto do Beira Mar na segunda metade, quando foi mais incisivo. Pela forma como as coisas estavam, via-se perfeitamente que quem marcasse um golo ganharia a partida. Felizmente, aconteceu para nós. Agora, faltam-nos três ou quatro pontos para assegurar matematicamente a permanência e quero começar a conquistá-lo já na próxima semana, com o Sp. Braga.»
Vídeo do jogo (briosa.blogspot.com):
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João António
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23:37
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quarta-feira, 18 de abril de 2007
Marketing TBZ
Esta notícia serve apenas para referir o facto de a Camisola Oficial da Académica se encontrar esgotada já há vários meses, desde a altura do Natal.
Se em muitos clubes a venda de camisolas é uma importante fonte de receitas, pelos vistos na Académica essa receita é totalmente nula.
Obviamente a culpa terá de ser imputada à TBZ, restando saber quem fica mais a perder com esta falha incrível. Não deixa porém de ser muito triste um adepto que pretende obter uma camisola do seu clube não o poder fazer, nem sequer dar o seu contributo monetário ao clube através desse gesto.
EDITADO:
Atenção, esta notícia é de 2007!...
Neste momento, 2010, a Camisola oficial da Académica encontra-se à venda na Loja Oficial do Estádio Cidade de Coimbra.
Pode ver a Camisola e o Preço na Barra lateral direita do Blogue.
Se em muitos clubes a venda de camisolas é uma importante fonte de receitas, pelos vistos na Académica essa receita é totalmente nula.
Obviamente a culpa terá de ser imputada à TBZ, restando saber quem fica mais a perder com esta falha incrível. Não deixa porém de ser muito triste um adepto que pretende obter uma camisola do seu clube não o poder fazer, nem sequer dar o seu contributo monetário ao clube através desse gesto.
EDITADO:
Atenção, esta notícia é de 2007!...
Neste momento, 2010, a Camisola oficial da Académica encontra-se à venda na Loja Oficial do Estádio Cidade de Coimbra.
Pode ver a Camisola e o Preço na Barra lateral direita do Blogue.
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João António
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17:31
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terça-feira, 17 de abril de 2007
INVASÃO
É esta a palavra que melhor define o que todos os académicos devem fazer na próxima segunda-feira. Uma verdadeira invasão negra é o que a Briosa necessita neste momento tão delicado. Nesta altura não interessa que não gostemos dos jogadores, que achemos que o treinador não presta, que pensemos que a direcção é incompetente. Neste momento absolutamente crítico é a nossa amada Briosa que necessita de nós. É agora que devemos dar um passo em frente e afirmar a nossa convicção que a Académica vai ficar na Super Liga, indo apoiar incondicionalmente a equipa. VAMOS TODOS A AVEIRO! VAMOS TODOS APOIAR A BRIOSA! SOMOS TODOS DA ACADÉMICA!
Já agora há que dizer que o árbitro já foi nomeado e será o lisboeta Pedro Proença.
Já agora há que dizer que o árbitro já foi nomeado e será o lisboeta Pedro Proença.
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Pedro Santos
às
18:08
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domingo, 15 de abril de 2007
É SEMPRE A MESMA PORCARIA
Mais um jogo em Coimbra com um clube a que os pobres de espírito chamam "grande" e mais uma vez acontecem as coisas habituais, ou seja, palhaços com cachecóis do adversário da Briosa a festejarem os golos desse clube na bancada de sócios da Académica; e árbitro a roubar a nossa nobre Instituição.
O jogo de ontem, apesar de ser com o líder da classificação da liga, era muito importante para a Briosa, pois poderia permitir que a Académica desse um "salto" decisivo na classificação, ficando muito mais tranquila. Manuel Machado opta por um onze inicial que, sinceramente, me deixou surpreendido, nomeadamente a não utilização de Brum na equipa titular e o facto de iniciar a partida com apenas um trinco no meio campo: Paulo Sérgio. A equipa inicial foi a seguinte: Pedro Roma; Sarmento, Litos, Káká e Vítor Vinha; Paulo Sérgio, Dame, Lino e Filipe Teixeira; Joeano e Gyano. O início do jogo foi muito difícil para a Briosa. O Porto entrou com um ritmo fortíssimo e a exercer uma pressão terrível sobre o meio campo e a defesa da Académica. Logo no início, em resultado de um canto, a bola vai duas vezes aos postes da baliza de Pedro Roma. No entanto, a partir do quarto de hora, a Académica consegue libertar-se a passa a equilibrar as operações. Dispõe mesmo das duas melhores oportunidades para inaugurar o marcador, primeiro com Lino e Gyano a não conseguirem tocar para a baliza após cruzamento rasteiro da direita; depois, novamente com Lino, a rematar por cima da baliza na conclusão de um jogada espectacular entre o próprio Lino e Joeano no lado esquerdo do ataque. Mesmo sobre o intervalo, aproveitando uma falta duvidosa junto à linha lateral, e também o facto de a Académica estar com menos um homem em virtude de Sarmento estar a ser assistido depois do porco Fucile o ter atingido com uma "patada" da cara, o Porto consegue marcar numa jogada cheia de confusão dentro da área.
Com um resultado que não interessava, Manuel Machado mexe na equipa ao intervalo retirando Gyano e colocando Roberto Brum, fazendo assim avançar Dame no terreno, ficando Brum a tapar o lado direito do meio campo. A Briosa, apesar das naturais dificuldades, continuou a exibir-se a bom nível, com Filipe Teixeira, o melhor em campo, a pautar o jogo ofensivo. No entanto o árbitro e o seu auxiliar do lado dos bancos de suplentes continuaram o seu trabalho, dificultando ainda mais o da Briosa. O suíno uruguaio volta a fazer das suas, desta vez dando uma cotovelada em Dame sem que o palhaço do apito o tivesse repreendido. Entretanto, depois de uma jogada pelo lado esquerdo do ataque, Quaresma centra, Káká corta de cabeça de forma defeituosa, a bola sobre para Raúl Meireles na área, que passa de primeira para Adriano que, isolado, não teve problemas em desfeitear Pedro Roma. Estava feito o 2-0 que,ainda assim não fez a Briosa baixar os braços. No entanto, se é difícil jogar contra o Porto porque os seus jogadores são bons, mais difícil é jogar contra o Porto e mais três palhaços que se dizem árbitros. Dois bons exemplos são a não marcação de uma grande penalidade em virtude de uma mão absolutamente nítida de Ricardo Costa e a não marcação escandalosa de uma falta sobre Sarm ento à entrada da área do Porto após boa jogada do lado direito da ataque da Briosa, falta essa cometida, mais uma vez, pelo porco uruguaio que como já tinha visto um cartão amarelo deveria ter sido (mais uma vez) expulso. A Académica acreditou sempre e conseguiu diminuir a desvantagem por intermédio de Lino, na conversão de uma grande penalidade que o camelo que viajou de Castelo Branco tinha de marcar sob pena de o roubo ser ainda mais evidente. Assim, consumou-se mais uma derrota injusta da nossa equipa, mas que me permite sonhar, pois os jogadores demonstraram ter força de vontade para conseguirem ser felizes!
Só mais uma nota para repudiar o comportamento verdadeiramente miserável dos adeptos do Porto que estavam no topo Sul, chamando nomes a Pedro Roma num pontapé de baliza, mesmo depois de estarem a ganhar. No entanto estes têm uma vantagem: não vieram conspurcar a bancada de sócios da Académica com a sua presença, ao contrário de outros...
Na próxima jornada, TODOS A AVEIRO! SÓ A VITÓRIA INTERESSA!
Golos da partida:
O jogo de ontem, apesar de ser com o líder da classificação da liga, era muito importante para a Briosa, pois poderia permitir que a Académica desse um "salto" decisivo na classificação, ficando muito mais tranquila. Manuel Machado opta por um onze inicial que, sinceramente, me deixou surpreendido, nomeadamente a não utilização de Brum na equipa titular e o facto de iniciar a partida com apenas um trinco no meio campo: Paulo Sérgio. A equipa inicial foi a seguinte: Pedro Roma; Sarmento, Litos, Káká e Vítor Vinha; Paulo Sérgio, Dame, Lino e Filipe Teixeira; Joeano e Gyano. O início do jogo foi muito difícil para a Briosa. O Porto entrou com um ritmo fortíssimo e a exercer uma pressão terrível sobre o meio campo e a defesa da Académica. Logo no início, em resultado de um canto, a bola vai duas vezes aos postes da baliza de Pedro Roma. No entanto, a partir do quarto de hora, a Académica consegue libertar-se a passa a equilibrar as operações. Dispõe mesmo das duas melhores oportunidades para inaugurar o marcador, primeiro com Lino e Gyano a não conseguirem tocar para a baliza após cruzamento rasteiro da direita; depois, novamente com Lino, a rematar por cima da baliza na conclusão de um jogada espectacular entre o próprio Lino e Joeano no lado esquerdo do ataque. Mesmo sobre o intervalo, aproveitando uma falta duvidosa junto à linha lateral, e também o facto de a Académica estar com menos um homem em virtude de Sarmento estar a ser assistido depois do porco Fucile o ter atingido com uma "patada" da cara, o Porto consegue marcar numa jogada cheia de confusão dentro da área.
Com um resultado que não interessava, Manuel Machado mexe na equipa ao intervalo retirando Gyano e colocando Roberto Brum, fazendo assim avançar Dame no terreno, ficando Brum a tapar o lado direito do meio campo. A Briosa, apesar das naturais dificuldades, continuou a exibir-se a bom nível, com Filipe Teixeira, o melhor em campo, a pautar o jogo ofensivo. No entanto o árbitro e o seu auxiliar do lado dos bancos de suplentes continuaram o seu trabalho, dificultando ainda mais o da Briosa. O suíno uruguaio volta a fazer das suas, desta vez dando uma cotovelada em Dame sem que o palhaço do apito o tivesse repreendido. Entretanto, depois de uma jogada pelo lado esquerdo do ataque, Quaresma centra, Káká corta de cabeça de forma defeituosa, a bola sobre para Raúl Meireles na área, que passa de primeira para Adriano que, isolado, não teve problemas em desfeitear Pedro Roma. Estava feito o 2-0 que,ainda assim não fez a Briosa baixar os braços. No entanto, se é difícil jogar contra o Porto porque os seus jogadores são bons, mais difícil é jogar contra o Porto e mais três palhaços que se dizem árbitros. Dois bons exemplos são a não marcação de uma grande penalidade em virtude de uma mão absolutamente nítida de Ricardo Costa e a não marcação escandalosa de uma falta sobre Sarm ento à entrada da área do Porto após boa jogada do lado direito da ataque da Briosa, falta essa cometida, mais uma vez, pelo porco uruguaio que como já tinha visto um cartão amarelo deveria ter sido (mais uma vez) expulso. A Académica acreditou sempre e conseguiu diminuir a desvantagem por intermédio de Lino, na conversão de uma grande penalidade que o camelo que viajou de Castelo Branco tinha de marcar sob pena de o roubo ser ainda mais evidente. Assim, consumou-se mais uma derrota injusta da nossa equipa, mas que me permite sonhar, pois os jogadores demonstraram ter força de vontade para conseguirem ser felizes!
Só mais uma nota para repudiar o comportamento verdadeiramente miserável dos adeptos do Porto que estavam no topo Sul, chamando nomes a Pedro Roma num pontapé de baliza, mesmo depois de estarem a ganhar. No entanto estes têm uma vantagem: não vieram conspurcar a bancada de sócios da Académica com a sua presença, ao contrário de outros...
Na próxima jornada, TODOS A AVEIRO! SÓ A VITÓRIA INTERESSA!
Golos da partida:
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Pedro Santos
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19:08
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quinta-feira, 12 de abril de 2007
ASSEMBLEIA GERAL
Realizou-se ontem à noite a Assembleia Geral, uma vez mais bastante concorrida. Além das já habituais críticas, esta serviu também de tempo de antena a possíveis candidatos às eleições de Abril de 2008, bem como para pôr em dia as quotas de alguns sócios.
Tal como constava na ordem de trabalhos, foi apresentado o relatório de contas do 2º Semestre de 2006, confirmando-se as receitas previstas e uma redução de 30 % do passivo, que desceu assim dos 12,5 para os 8 milhões de €. Seguidamente decorreu uma apresentação da Academica Briosa XXI, que deverá estar totalmente concluída no prazo máximo de 8 meses. Por fim foi apresentada, votada e aprovada a proposta de renumeração dos sócios. Nesta proposta foi chumbada a possibilidade de os sócios manterem o seu número, bem como de o numero de sócio nº 19 ficar cativo para João Moreno, que será no entanto reconhecido como sócio honorário.
Tal como constava na ordem de trabalhos, foi apresentado o relatório de contas do 2º Semestre de 2006, confirmando-se as receitas previstas e uma redução de 30 % do passivo, que desceu assim dos 12,5 para os 8 milhões de €. Seguidamente decorreu uma apresentação da Academica Briosa XXI, que deverá estar totalmente concluída no prazo máximo de 8 meses. Por fim foi apresentada, votada e aprovada a proposta de renumeração dos sócios. Nesta proposta foi chumbada a possibilidade de os sócios manterem o seu número, bem como de o numero de sócio nº 19 ficar cativo para João Moreno, que será no entanto reconhecido como sócio honorário.
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João António
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12:06
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quarta-feira, 11 de abril de 2007
VENHAM ELES
Vêm de todo o País apoiar a cidade do Porto e a sua equipa. Pessoas que passam ao lado da vida e a quem a vida passa ao lado. Foram infectados provavelmente na sua infância obscura onde a inteligência ainda não havia se formado. Infelizmente nunca se chegou a formar. Não têm noção do espaço e tempo, muitos confundem Coimbra com Porto. Estão mortos para a vida, limitam-se a ser dominados pela infecção e seguir o resto da corporação dos zombies. Não têm vontade própria, não souberam escolher o seu próprio clube e viver uma vida genuína. Podem ter sido alegres uma ou duas vezes, mas não sabem o que é a felicidade.Grande parte deste bando irá no Sábado pelas 21:15 ao ECC. Sabem que lá haverá provavelmente pessoas que poderão extorquir graças ao Zombie-môr, quiça apoiados pelo senhor Carlos Xistra. Esperemos que tenham uma congestão.
Outros 2 rebanhos irão também juntar-se a este no estádio. Quais vira-casacas, irão fingir gostar muito da nossa Briosa para servir os interesses próprios deles. Obrigado! E obrigado também aos que apoiaram a Briosa em outros jogos e sábado vão se deixar infectar por mortos-vivos e vestir-se de azul e branco. Obrigado por serem tão infelizes, isso só eleva mais a nossa felicidade!
Para estes bem-vindos rebanhos, aqui ficam os preços em €uros que iremos receber com muito gosto:
Sul inferior – 20 €
Sul superior – 25 €
Nascente e Poente inferior – 30 €
Nascente e Poente superior – 35 €
Bilhete infantil (até aos 10 anos) – 10 €
Para os sócios da Académica de Coimbra (com a quota de Março) que não têm bilhete de época, estes são os valores a investir:
Poente e nascente inferior – 10 €
Poente e nascente superior – 12,5 €
Infantil – 5 €
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João António
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00:42
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