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domingo, 23 de dezembro de 2007

FELIZ NATAL E UM NOVO ANO FANTÁSTICO


...Cheio de saúde e de coisas Boas...

Vitória em Coimbra B


A Briosa venceu, tal como prevíamos, a Naval por 1-0, com golo de Cris aos 47m de jogo, após um cruzamento de Hélder Barbosa pela esquerda, Cris apareceu ao 2º poste e encostou para a baliza. A briosa controlou o jogo e podia ter marcado por mais vezes, de realçar o grande jogo de Pavlovic e duas boas defesas do Pedro Roma. O que se retira no final é que é a 2ª vitória consecutiva, 2º golo de Cris e 6pts pá Malta passar o Natal e o ano mais descansados.
A briosa jogou com: Pedro Roma GR; Nuno Piloto, Orlando, Kaká, Vítor Vinha, Pavlovic, Cris (Miguel Pedro 86´), Tiero, Lito, Ivanildo (Paulo Sérgio 73´), Hélder Barbosa (Gyano 80´).
Domingos disse no fim do jogo que as vitórias são causa e consequência na evolução da equipa. "É sempre bom ganhar e trabalhar sobre uma vitória. Foi isso que aconteceu esta semana e vai voltar a acontecer na próxima jornada". Quanto ao jogo, Domingos achou o "resultado justo" pois "A primeira parte não foi muito bem conseguida de parte a parte. Após o intervalo, conseguimos ter mais posse de bola, melhorámos bastante e já conseguimos fazer quatro ou cinco passes seguidos". O técnico da Briosa pensa ainda que a este bom ciclo da sua equipa não é totalmente alheio um pouco de psicologia. "A mensagem que tenho passado para os jogadores é de que eles têm qualidade e que têm de acreditar neles próprios", disse. Em relação à posição mais desafogada que a Académica passa a ocupar após estas duas vitórias, a opinião de Domingos foi no mesmo sentido da do seu colega da Naval, ao referir que "é preciso analisar a classificação e ver que as equipas estão muito próximas", pelo que o importante é continuar a somar: "Com isto, ganhámos confiança e temos mais motivação, o que facilita a conquista de pontos."
Cris, melhor jogador em campo, disse no fim do jogo que "Qualquer jogador gosta de marcar, e, quando isto dá seis pontos, ainda melhor", referiu o médio, que não se alonga muito por não ter sido opção durante cerca de um mês, dizendo apenas que "os jogadores têm fases boas e outras menos boas".
Agora vamos continuar a trabalhar para limpar os meninos do Machado na próxima jornada.

Força Briosa!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Reforços






Podemos adiantar que três jogadores do F.C.Porto vão vestir a camisola da Briosa a partir de Janeiro. Rui Barros, ex-jogador do FC Porto esteve presente no passado domingo no Cidade de Coimbra e revelou que Edgar, Lino (ou lucas Mareque) e Leandro Lima vão reforçar a Briosa em janeiro. Este foi o pedido de Domingos ao FC Porto que rapidamente se disponibilizou a emprestar os jogadores ao ex-atleta do Porto.
Esperemos que estes jogadores nos ajudem a vencer mais vezes!

Força Briosa!

Próximo Jogo : Batalha Naval

A Briosa joga amanhã às 18h um jogo que nos vai relançar novamente no campeonato de forma a subirmos mais na tabela. Domingos Paciência pediu aos adeptos que apoiem a equipa na deslocação à Figueira da Foz "de forma a sermos mais que eles". Domingos pensa que "Estamos próximos do E. Amadora, do Nacional, apenas com dois pontos de diferença, e estas equipas vão jogar com 'grandes', por isso esperamos conseguirmos aproximarmo-nos deles". Domingos Paciência diz também que a Briosa não terá tarefa fácil, pois classifica a Naval como "uma boa equipa". "A Naval conseguiu fazer uma boa recuperação. Sabemos que é uma equipa forte e também vai querer fechar o ano de boa forma, por isso temos que nos concentrar em anular as suas jogadas". O técnico desvaloriza o facto de a Académica nunca ter saído derrotada da Figueira da Foz, referindo que "é bom dar continuidade ao passado", mas que "não há jogos iguais" e que o de sábado "será difícil".

A Briosa venceu sempre na Figueira da Foz para a I Liga (2005/06: 1-0 e 2006/07: 1-0) mas, por outro lado, a Naval também costuma brilhar em Coimbra – 2005/06: 2-2 e 2006/07: 2-1) e, neste momento, até está mais bem posicionada na Liga. No ano passado, Joeano marcou o golo do triunfo na Figueira da Foz, mas Domingos desvaloriza tudo isso. “A história nem sempre se repete e não há jogos iguais. Aliás, a Naval fez uma boa recuperação e vamos encontrar um adversário forte.”
Pedro Costa, que será hoje reavaliado, dificilmente recuperará a tempo de ser convocado. Por isso, deverá ser o grande ausente, ao lado de Sarmento, Ricardo, Berger e N´Doye. Apesar das ausências, Domingos mostra-se confiante para a partida de sábado, e nós também!

Força Briosa, Vence por Nós!!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

APITO ENCARNADO - PARTEIII

"Mas para que V. Ex.ª faça um correcto juízo sobre o “pagante” desta farsa referiremos alguns factos do seu passado.

Comecemos pelos pneus.

A Polícia Judiciária possuía um dossiê sobre a actividade de tráfico de estupefacientes do Sr. Luís Vieira.

O dossiê ainda existirá ou os seus “homens” já lhe terão dado sumiço?

O Sr. Vieira demonstrava o seu receio às pessoas que lhe eram mais próximas na candidatura ao S. L. Benfica, pois dizia: “se eu lá chegar, vem logo à ribalta o esquema do pó nos pneus”.

Nesta altura do negócio dos pneus apareceu um homem morto nas instalações da sua empresa.

Talvez o então titular do processo, um colega já aposentado, queira agora contar a história das ameaças que o Sr. Luís Vieira, acompanhado por um grupo de ciganos, efectuou à sua família numa esplanada em St.a Iria da Azóia.

Quando estes factos forem conhecidos talvez alguns responsáveis de transportadoras que efectuavam o transporte dos pneus queiram divulgar o que efectivamente transportavam.

Também, poderá ser que os responsáveis da empresa de Braga que adquiriu esta empresa ao Sr. Luís Vieira divulguem a forma como foram burlados, pois os elementos contabilísticos da empresa foram previamente falsificados.

Em Julho de 1993 foi julgado e condenado no Tribunal da Boa-Hora pela prática de um crime de roubo.

Foi condenado a 20 meses de prisão.

No acórdão do 3.º Juízo Criminal de Lisboa, o Juiz-Presidente, Afonso Henrique Cabral Ferreira, refere com alguma ironia que “esta história é diga da sétima arte” e destaca que “o Sr. Luís Filipe Ferreira Vieira foi o único que não se declarou arrependido pelo crime cometido”.

Afinal a “queda” para a sétima arte já é antiga...

O Homem que lhe deu a mão e a quem ele deve a fortuna que hoje diz ter, era um Director de uma Instituição Financeira, António Pedra Almeida Gomes, que, entretanto, se aposentou e, como já não era útil, foi “descartado”.

Aliás isso é uma das suas práticas, serve-se das pessoas e depois abandona-as.

Enquanto Presidente do Alverca há muitas histórias, mas focaremos a relacionada com a adulteração de resultados nas últimas jornadas num ano em que o Alverca estava em risco de descer de divisão, mas salvou-se “empurrando” para a descida o Beira-Mar.

Estes factos deram origem a um inquérito no Departamento de Aveiro, pois os mesmos foram conhecidos, após aliciamento efectuado ao guarda-redes do Beira-Mar Palatsi.

O Palatsi deu conhecimento ao então presidente Mano Nunes e deslocaram-se ambos ao Departamento da P. J. em Aveiro.

Apesar do inquérito ter sido distribuído ao elemento mais fanático pelo Benfica daquele Departamento o processo deu alguns “passitos”.

Havia no inquérito informação que revelava haver resultados combinados nas últimas quatro jornadas.

O Sr. Luís Vieira telefonou ao guarda-redes Palatsi dizendo-se director do clube que se deslocava a Aveiro na jornada seguinte.

Esse clube era um dos três que lutava por um apuramento para a Taça UEFA. Quão habilidade maliciosa o homem tem...!

O referido jogo terminou empatado, sem aparentes casos.

Todavia, os seus tentáculos tinham que se estender aos jogos onde o Alverca intervinha.

Aí conseguiu, nalguns casos directamente, noutros por intervenção de outras pessoas os seus objectivos.

Recordámos que um dos homens de quem se serviu foi do então presidente do Benfica, Sr. João Azevedo.

Como é seu apanágio, quando já não lhe servia, esquecendo os serviços prestados, descartou-o, conseguindo mal chegou à presidência do Benfica a sua expulsão de sócio.

Um dos jogos comprados foi em Campo Maior.

Existem actualmente alguns atletas, que então jogavam no Alverca, disponíveis para falar.

Nesse jogo o melhor goleador do Campomaiorense ainda na primeira parte simulou uma lesão e abandonou a partida.

Não obstante as facilidades concedidas o Alverca não conseguia marcar.

Já na parte final da partida quando o avançado Mantorras seguia com a bola o defesa que estava à sua frente mergulhou para o chão numa queda digna de um qualquer palhaço numa pista circense.

O Mantorras marcou e o Alverca venceu 0-1.

Outro dos jogos foi na Madeira com o Marítimo.

Aí foi contactado o seu familiar António Simões, então treinador-adjunto.

O resultado para, não dar muito nas vistas. foi um empate.

Não deixou de ser uma surpresa o Alverca ter conseguido empatar no reduto madeirense.

Na última jornada o Alverca recebia o V. Guimarães, candidato à Europa e o Beira-Mar deslocava-se a Vidal Pinheiro, estando o Salgueiros já com uma classificação tranquila.

Houve que atacar nas duas frentes.

Como o V. Guimarães não se vendia, pois pretendia ir à Taça UEFA, havia que comprar o árbitro.

Aí foram contratados com êxito os serviços do ex-árbitro Sr. Pinto Correia.

O Alverca venceu 2-1 (analisem-se as declarações dos responsáveis do V. Guimarães relativas a este jogo), mas não era suficiente.

O Beira-Mar não podia vencer, pois se assim acontecesse seria o Alverca a descer.

O Sr. Pinto Correia recebeu pelos serviços prestados neste encontro um veículo automóvel.

Curioso, também, é o facto deste senhor, depois de abandonar a arbitragem ter iniciado uma actividade, até então para ele, desconhecida, comerciante de pneus - mais uma coincidência.

Vamos ao jogo de Vidal Pinheiro.

Como comprar o Salgueiros para dificultar a vida ao Beira-Mar?


Através do presidente não, pois o Sr. Luís Vieira estava de relações cortadas, devido ao caso “Deco”.

Há uma expressão que o Sr. Luís Vieira profere com frequência: “Se não podemos ir ao General, vamos aos sargentos”.

Se assim o pensou, assim o fez.


Contactou três jogadores, os mais influentes e conseguiu os seus objectivos, pois o Beira-Mar não conseguiu ganhar, apesar da excelente exibição.

O jogo, que pasme-se ninguém estranhou, terminou 4-4.

O pagamento aos três atletas foi efectuado pelo Sr. Manuel Bugarim.

No início da época seguinte, estava o Salgueiros em estágio no Algarve, estes factos chegaram ao conhecimento do seu presidente.

Imediatamente suspendeu os três atletas e rescindiu posteriormente os seus contratos.

Entretanto os dois presidentes conciliaram-se.

Na parte final da época as posições dos dois clubes estavam invertidas, o Alverca em posição já tranquila e o Salgueiros em risco de descer.

O Salgueiros visitava o Alverca e foi combinado que o Alverca facilitaria.

Esta combinação foi conhecida.


No dia do jogo o então Director Desportivo do Alverca, Sr. Couceiro foi avisado telefonicamente que havia conhecimento, por parte de outros clubes, de tal intenção.

Também o titular do processo existente no Departamento de Aveiro foi avisado.

Como seria difícil efectuar a prova à posteriori, o referido investigador decidiu contactar telefonicamente os dois presidentes.

Assim, o jogo decorreu normalmente e o Alverca venceu.

Voltemos aos “passitos” do processo de Aveiro.

O Sr. Luís Vieira já então tinha os seus homens na nossa Instituição.

Foi avisado que as coisas estavam feias, pois haviam acontecido demasiados factos estranhos.

Então, aquela mente matreira decide efectuar uma carta anónima dirigida ao processo onde imputa toda a responsabilidade dos factos ocorridos ao então Presidente da Assembleia-Geral do Alverca, Sr. Eduardo Rodrigues, seu único sócio na empresa que comprara a Fábrica de Louças de Sacavém.

Quando o titular do processo, o tal fanático benfiquista de Aveiro, vem ouvir em declarações o Sr. Eduardo Rodrigues à sua empresa, em Alverca, por coincidência também, estava no gabinete do seu sócio o Sr. Luís Vieira.

Ali se manteve e foi ele que “conduziu” as declarações do seu sócio.

Também o Beira-Mar gostará de saber que não foi só prejudicado na época supra citada, com intervenção do Sr. Luís Vieira. Foi com dinheiro proveniente dele ou do Benfica que o Setúbal se “safou” na última época e o sacrificado foi novamente o Beira-Mar. Vamos aos factos. Recordar-se-ão do episódio do “rapto” do guarda-redes Moretto. Nesse ano o presidente do Setúbal chegou a anunciar que o Benfica é que pagou os ordenados em atraso ao plantei, pois conseguira contratar um jogador que já havia rescindido o contrato com o Setúbal. A História nunca foi realmente conhecida. Talvez o Sr. Rui João Soeiro que entretanto saiu de cena alguma vez fale quanto é que aceitou como dádiva para a sua conta pessoal. Entretanto, os actuais directores (Carlos Costa e Ronald Inácio) do Setúbal sabendo do que se passou contactaram o Sr. Luís Vieira e ameaçaram-no que se não fossem ajudados contariam o que sabiam. Assim, o Sr. Luís Vieira contactou o seu homólogo (e companheiro de negócios) da Naval, entrou com a “massa” e o “caldinho” foi “cozinhado”. Foi um pouco mal confeccionado, pois cheirou a esturrado, mas até agora ninguém notou o cheiro a esturro.

Os negócios entre o Sr. Luís Vieira e o Sr. Aprígio Santos são a pesquisa de terrenos em conta, nem que pertençam a reservas, pois vendem-nos a preço elevado ao fundo do BPN, havendo um conluio com o seu Presidente, Oliveira e Costa.

O lucro obtido é repartido entre os três, e os accionistas do Banco são severamente penalizados.


Ainda no Alverca fez o negócio “Mantorras”, estando nos dois lados da barricada, o que já de si foi muito estranho.

Na altura, com a concordância do Sr. Vítor Santos - Bibi, engendraram um esquema para sacarem um milhão ao Benfica.

A forma como tal se processaria consta do processo numa cópia manuscrita pelo Sr. Luís Vieira.

Como o Sr. Luís Vieira tentou enganar o Sr. Vítor Santos, este cedeu a informação à TVI, conseguindo impedir a concretização da negociata.

Recordamos que na altura o Sr. José Couceiro foi entrevistado nessa estação sobre esta transferência e quando lhe demonstraram que o Sr. Luís Vieira havia celebrado um contrato de cessão de posição contratual com a PGD, em seu nome pessoal, referiu de imediato que isso era um assunto de Polícia.

Tinha razão o Sr. Couceiro, desconhecia era que o Sr. Luís Vieira a controlava.

Como o dinheiro não saiu como havia idealizado, decidiu comprar jogadores à molhada ao Alverca para poder tirar o dinheiro que pretendia do Benfica.

O desnorteamento para sacar a qualquer preço foi de tal ordem que até venderam ao Benfica um jogador, Anderson, cujas direitos desportivos não pertenciam ao Alverca.

Quando o Sr. Luís Vieira percebeu que o Anderson não era do Alverca tentou que lhe devolvessem esse dinheiro, pois pretendia com ele comprar um apartamento para o seu filho em Miami.

Houve nesta altura um desentendimento com o Sr. Bugarim que não concordava, pois havia outras parcelas relacionadas com outros jogadores vendidos que não haviam chegado ao Alverca.

Esses valores saíram do Benfica em numerário, levantados por um ex-candidato à presidência do V. Setúbal e foram utilizados para adquirir pela empresa Turixira, cujo Presidente do Conselho de Administração era o Sr. Luís Vieira, terrenos na zona de Tavira.

Há três empresários que se quisessem falar poderiam esclarecer toda esta tramóia.

Um está disponível para falar, mas quando ouvido pela P. J. não sentiu confiança suficiente para “abrir o livro”, pudera...!

Outro antes de falar foi contratado a bom dinheiro pelo S. L. Benfica para a função: “estar calado”.

O terceiro está fora do País, mas perfeitamente localizado.

Não temos opinião formada sobre o nosso colega titular do processo “Mantorras”, mas sabemos quem o rodeava e recolhia informação privilegiada.

Foi essa informação privilegiada que levou o Sr. Luís Vieira a combinar com o Sr. Joaquim Oliveira a caixa no 24 Horas da sua ida à P. J..


Tal notícia foi previamente combinada entre os dois e o que se passou foi uma autêntica encenação (lá vem outra vez a queda para a sétima arte) do Sr. Luís Vieira.

Entender-se-á esta combinação, que retirou à P. J. a oportunidade de ouvir como arguido o Sr. Luís Vieira, quando se perceber quem está por detrás da empresa em Off Shore “Spinelli”, proprietária do Alverca.

Serão os Srs. Vieira e Oliveira?


A desorientação foi de tal ordem que ao que consta, para se verem livres de um jogador que tinha contrato até 2008, rescindiram-lhe o contrato por mútuo acordo, mas sem ele saber.

Mas o caso “Mantorras” não é virgem.

Os adeptos do S. L. Benfica deveriam saber qual o destino que os Srs. Vieira e Veiga deram aos dois milhões de euros que dizem ter custado o jogador Kikin Fonseca ao Cruz Azul.

O site sportugal divulgou que o jogador veio a custo zero e eles, imediatamente, venderam-no para que se não falasse mais no assunto.

Outro negócio que era importante perceber foi o do jogador Marcel.

Na véspera da sua concretização, a sua anterior equipa foi jogar ao estádio da Luz.

Foram severamente prejudicados, de tal forma que quem prestou declarações à comunicação social foi o seu presidente, agastadíssimo com o que se passara.

Surpresa das surpresas no dia seguinte aparece a negociar o referido jogador.


Voltemos à época 2004/2005 (ano em que o S. L. Benfica quebrou o longo jejum), nomeadamente à sua preparação, na qual o S. L. Benfica em vez de contratar jogadores contratou pessoas para os órgãos sociais da Liga, controlando-a na sua totalidade.

Este assunto é deveras conhecido do público em geral, pois o Sr. Vieira chegou inclusivamente a tecer declarações em que confirmava nitidamente as suas intenções.

Porém, desconhecerá a maioria das pessoas o que foi negociado com o segundo clube com mais influência nesse ano na Liga (Braga).

O Sr. António Duarte (representante do Braga) e n.o 2 do Sr. Cunha Leal tinha que dizer ámen a tudo o que este último quisesse.

Os dois clubes foram durante a época escandalosamente beneficiados, mas no momento da decisão do campeonato, como o Braga ainda era candidato, ainda houve desentendimentos, mas decidiram oferecer o campeonato ao Benfica com a contrapartida do presidente do S. C. Braga construir, por adjudicação directa, o Centro de Estágio do Benfica, através da sua empresa de construção “Britalar”.

Já que falamos do Sr. Salvador era importante investigar as ligações que possui à Bragaparques e ao Sr. Vieira.

O Controlo dos órgãos da Liga não se limitava aos de maior visibilidade, pois o Sr. Vieira introduziu uma série de elementos que ainda hoje lá se encontram, nomeadamente alguns Delegados.

Um desses Delegados, de nome Reinaldo, foi contratado no Algarve através de um colaborador do Sr. Luís Vieira, o sobrinho do Presidente da Câmara de Albufeira.

Neste momento, já estão na Liga como Delegados dois funcionários das empresas do Sr. Reinaldo.

São os tentáculos do polvo a crescer.

Esse senhor Reinaldo foi o Delegado nomeado para o jogo Benfica-Porto da época 2005/2006 e que impediu, ainda sem as fichas de jogo entregues, a ida ao relvado, antes do início do encontro, de alguns elementos do F. C. Porto, nomeadamente um dos seus médicos e o seu presidente.

Coincidência das coincidências, na época transacta, 2006/2007, o mesmo Delegado foi nomeado para o Benfica-Porto.

Mas quem é este Sr. Reinaldo?

É um fervoroso benfiquista e proprietário de várias empresas no Algarve, direccionadas para a venda e aluguer de habitação.

É para as suas habitações que a Liga envia todos os elementos que têm de se deslocar para o Algarve.

Por outro lado, o Sr. Luís Vieira custeia os alojamentos de férias dos árbitros e árbitros assistentes, observadores, delegados e assim por diante que frequentemente passam férias nas instalações do Sr. Reinaldo.

O que receberá em troca o benemérito Sr. Luís Vieira?


Traçado que está o perfil do “pagante” de toda esta farsa era importante perceber o valor das importâncias que despendeu com a D. Carolina para que avançasse com o livro, para se disponibilizar a prestar as declarações que prestou, bem como com os funcionários da nossa Instituição que deram guarida a tal estratagema.

Sabemos que o Sr. Luís Vieira virá, como é óbvio, atendendo aos seus tentáculos, a ter conhecimento desta comunicação.

Não temos disso receio, apesar das ameaças veladas que alguns de nós já recebemos.


Conhecemos perfeitamente os seus homens, que brindes lhes oferece e como estão estrategicamente colocados.

Até ao nível da Direcção, mas isso há-de ser limpo, nem que para isso joguemos sujo, como o Sr. Luís.

O Sr. Luís frequentemente diz-se um exemplar chefe de família e não paga garrafas de champanhe.

É nosso conhecimento que o Sr. gosta de outros tipos de garrafas, nomeadamente frascos de perfume, não é?

E também conhecemos a sua veia caritativa para oferecer vivendas.

Para já fiquemo-nos por aqui, ok Sr. Luís?

Esta comunicação está a ser efectuada num PC da Instituição, mas que não está distribuído a nenhum de nós.

Talvez o seu homem de Vaiado dos Frades quando decidir descobrir em que local o documento foi efectuado tenha uma surpresa.

Recordaremos, por último, ao Sr. Luís Vieira que é do nosso conhecimento que o que conseguiu com a D. Carolina já havia tentado com a anterior esposa do Sr. Pinto da Costa.

Mal a separação aconteceu, convidou-a para passar a passagem de ano no Hotel Montechoro e, em seguida, tentou inúmeras jogadas, mas infelizmente para si a Sr.ª D. Filomena é uma senhora.

Por fim, sugerimos a V. Ex.ª, Sr. Procurador-Geral, que providencie para serem encontradas instalações para a equipa “milagrosa” na Rua António Maria Cardoso, pois os três episódios que a seguir contamos, assemelham-se a práticas ali, em tempos, realizadas.

1. Quando da audição do empresário António Araújo o mesmo foi aliciado na presença do seu advogado a imputar as responsabilidades ao presidente do F. C. Porto, dando-lhe como contrapartida o arquivamento dos seus processos.

2. A Sr.ª D. Filomena, ex-esposa do Sr. Pinto da Costa, foi ouvida por factos relacionados com a venda de um imóvel, num período em que já estava separada do referido Sr..

Estavam em causa os valores da venda, pois havia a suspeita que o valor de escritura não seria o valor real.

Prometeram-lhe o arquivamento dos autos, desde que se disponibilizasse a falar da vida do seu ex-marido.

Apesar de não ter aceite não se coibiram de lhe efectuar algumas perguntas sobre tal senhor.

3. Não obstante os intensos treinos, as audições da D. Carolina não correram sempre bem.

Assim, à cautela o seu treinador colocava-se atrás do colega que procedia à audição para, por gestos, lhe poder dar indicações sobre alguma dúvida que a mesma tivesse.

Entre outras indicações, recordamos a que se passou quando lhe perguntaram quem recebeu à porta da residência do presidente do F. C. Porto o árbitro Augusto Duarte.

A D. Carolina respondeu imediatamente que foi o seu ex-companheiro, mas eis que o seu treinador brandindo a mão em sinal negativo, lhe dá indicações em “V” com os dedos indicador e médio, sugerindo-lhe duas pessoas e em seguida apontando para si, sugere-lhe que ela também recebeu o referido árbitro.

Assim declarou a D. Carolina, pois é bem mandada.

Realça-se que a D. Carolina quando este episódio se passou encontrava-se doente, inclusivamente acamada, não tendo sido, como é lógico, quem recebeu o referido Augusto Duarte.

Presumimos que as investigações a efectuar nos processos relacionados com o apito dourado deveriam começar pelos processos arquivados, pois atentas as informações de quem não aceitou os arquivamentos será de prever inúmeras anuências aos objectivos da equipa “milagrosa”.

Para tal deverão ser nomeados magistrados e polícias íntegros e sem máculas, para que se possa apurar todas as manigâncias praticadas.

Acreditamos que V. Ex.ª desconhecia todos os factos aqui denunciados e que providenciará para que seja reposta a verdade, culpabilizando os verdadeiros culpados e inocentando os que não cometeram ilícitos.

No entanto, como “o seguro morreu de velho”, enviaremos cópias desta comunicação a diversas entidades para que os factos aqui denunciados não “caiam novamente no silêncio”.

Assim, serão enviadas cópias para:

.Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional;
.Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol;
.DIAP - Porto;
.F. C. Porto e
.Produtora Utopia (como as filmagens começaram há dias, ainda poderão “enriquecer” a personagem do Sr. Vieira).

Aproveitamos a oportunidade para solicitar a V. Ex. a que informe a Dr. a Mizé Tung que também fizemos milhares de quilómetros e falámos (sem ter nada para prometer, nomeadamente arquivamentos) com centenas de pessoas.

Os depoimentos recolhidos são puros e verídicos, pois não houve qualquer tipo de manipulações, nem prévios treinos.

Possuímos gravações de imagem e som, bem como documentação que comprova o aqui exposto e estaremos disponíveis para as ceder, desde que vejamos que o sentido a dar a estes casos seja o sentido da verdade e da justiça.

Fá-lo-emos de forma anónima, como agora, pois não queremos colocar as nossas carreiras em risco.

Mas, caso vislumbremos alguma tentativa de manipulação dos factos, temos jornalistas “prontos” para divulgar como foi criada a maior FARSA DA JUSTiÇA PORTUGUESA.

Se à D. Carolina escreveram um livro indicando-lhe o guião, também poderemos indicar o guião a alguém que queira escrever um livro, eventualmente com o título “Tu, Luís...”.

Lisboa, 3 de Julho de 2007."

Já lá vão 5 meses. Até agora não houve notícias que indicassem que todos estes factos estão a ser investigados. Espero bem que sim, apesar de, no fundo, não acreditar que alguém faça alguma coisa. As instituições mafiosas que controlam esta República das Bananas são muito poderosas...

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

APITO ENCARNADO - PARTE II

"Consta que houve interferência do Dr. João Correia junto da estrutura sindical do Ministério Público que, como se verifica, terá surtido, até agora, efeito. Será por ele fazer parte do Consel ho Superior do Ministério Público?

Entretanto nova fase surge no “processo apito dourado”.

Aparece um livro e surge a equipa “milagrosa”.

Vamos à sua constituição.

Comecemos pela Dr.a Maria José Morgado.

O seu marido trabalha há alguns anos para o Sr. Luís Vieira recebendo, sem recibo, elevadas quantias em dinheiro, mau grado não se coibir de criticar tudo e todos, nomeadamente as fugas ao fisco.


Quando a Polícia iniciou, com o comando da Dr.ª Maria José Morgado, o afamado processo das Finanças, recordar-se-á V. Ex.ª que o mesmo se tinha iniciado com uma comunicação que circulava no interior das Finanças denunciando a forma como havia sido vendida a Fábrica de Louças de Sacavém.

A mesma fora adquirida por negociação directa por uma empresa de que o Sr. Luís Vieira era sócio por um preço quase anedótico. Na altura apurou-se que viviam no Condomínio Privado que entretanto ali fora construido pela empresa compradora quatro Directores de Finanças.

O que resultou para o Sr. Luís Vieira? Quanto sabemos, até agora, nada.

Na altura em que o processo decorria, o marido da Dr.ª Morgado escrevia pelo Natal no Expresso um artigo que denominava “Conto de Natal”. Fazia-o “camuflado” tentando atingir alvos concretos.

Recordamos que efectuou um direccionado ao Sr. Vítor Santos - Bibi e, no ano em que o processo atrás referido se encontrava em fase de investigação, um que era direccionado à então Ministra da Justiça que, de forma cobarde, intitulou de “Etelvina”.

Acusava-a de ter subido na vida à custa de práticas de baixa índole. Mais tarde ele e a mulher fizeram correr a notícia de que o processo não tinha tido êxito por interferência da Ministra para proteger um Director de Finanças.

Correlacione V. Ex. a os factos e retire as devidas ilações.

Quanto ao Dr. Carlos Farinha, pensamos que terá sido escolhido para a Dr. a Morgado o “premiar” por ele se ter mostrado solidário e ter pedido a demissão quando ela fez o mesmo.

À nomeação do Sr. Sérgio Bagulho já lá vamos.

Quanto aos outros elementos não queremos tecer grandes comentários, mas sempre diremos que estranhamos a nomeação do titular do processo “Mantorras”, processo que se encontrava em investigação.

Terá sido para o processo ser “exterminado” de vez?

Pensamos que sim, pois deram tempo para que o Sr. Luís Vieira montasse a sua estratégica de defesa.

Sobre este processo já nos debruçaremos mas adiante.

Quanto ao Sr. Bagulho eram conhecidas as suas fortes ligações ao clube S. L. Benfica e ao seu presidente Luís Vieira, com quem era visto frequentemente a jantar em Restaurantes de luxo da baixa lisboeta.

Constava que era o seu novo “Suzano”, ou seja um dos seus homens de mão para efectuar trabalhos sujos, nomeadamente algumas cobranças.

O Luís Vieira conhecia factos que revelados poderiam acabar com a sua carreira e jogava com eles, “obrigando-o” a fazer aquilo que queria.

Era também comum ver-se o Bagulho a “pavonear-se” nos camarotes presidenciais do Estádio da Luz.

Alguém de boa fé nomearia este homem para este processo?

Entretanto, o Dr. Cartas Farinha abandona a equipa, pois tem que ir cumprir uma comissão à Madeira.

Quem é que aparece?

O Sr. Manuel Carvalho.

Nos corredores da Polícia consta que quem o indicou foi o Dr. João Correia, advogado com quem o Sr. Carvalho se reúne com frequência para receber directrizes, quanto ao caminho enviesado a dar ao processo.

Sabemos, e só estamos a constatar um facto, das dificuldades financeiras que o Sr. Carvalho tem passado devido a uma desastrosa incursão no mundo empresarial.

Durante esta fase do processo circulou muito dinheiro com proveniência do Sr. Luís Vieira e com diversos destinos.

A D. Carolina tem sido um dos seus destinos preferidos, tendo o seu último recebimento sido efectuado pelas mãos “sujas” da Sr.ª Leonor Pinhão.

Esta entregou-lhe cinquenta mil euros com a indicação que não os depositasse em Portugal.

A D. Carolina cumpriu e deslocou-se a Tuy, onde efectuou o depósito no Banco Santander.

Outro dos destinos do dinheiro do Sr. Luís foi o pai da D. Carolina que igualmente se deslocou a Espanha para depositar as quantias recebidas.

Já que falámos na Sr.ª Pinhão, ideóloga do livro que originou a reabertura do processo, questionámo-nos de qual a razão da equipa “milagrosa” só ter usado o livro da D. Carolina e não outros escritos de credenciados jornalistas que denunciavam várias ilegalidades cometidas pelo Sr. Luís Vieira?

Será o poder discricionário...


A título exemplificativo referimos o jornalista António Tavares-Teles que quase diariamente denuncia factos relacionados com o Sr. Luís Vieira - vide artigos recentes no jornal “O Jogo” em 8 e 9 de Junho de 2007.

Por que razão não se investigam os artigos dos jornais Público dos dias 29 e 30 de Março de 2007, ambos na pág. 26 e Correio da Manhã de 10 de Maio de 2007-pág. 24?

A escritora do livro (que foi considerado relevantíssimo elemento de prova, tendo originado as reaberturas de inúmeros processos), Fernanda Freitas, disse (citamos): Estou arrependida por ter pactuado por desconhecimento de causa com falsidades e invenções no texto que escrevi”.

Alguém terá considerado esta afirmação?


Sabemos que existem vários crimes (furtos, fogo posto, tentativas de homicídio), cujos autores materiais já confessaram e imputaram a responsabilidade da autoria moral à D. Carolina.

O que se passa com estas investigações e com a entrevista publicada no Correio da Manhã de 14 de Maio de 2006 em que um indivíduo exibia objectos furtados ao presidente do F. C. Porto e denunciava um plano de extorsão?

Como é possível manter-se em liberdade alguém que cometeu tantos crimes com um grau de perigosidade tão elevado.

Parece-nos, salvo melhor opinião de V. Ex.ª, que o quadro legislativo português não prevê a figura de “arrependido”.

Qual o motivo de tal protecção e que “taxa de juros” seremos obrigados a pagar?

Mas já que falámos em crimes cometidos é altura de abordar a agressão ao Sr. Bexiga.

Uma conceituada jornalista que colaborou com vários jornais de referência ao abordar a D. Carolina sobre a autoria deste crime referiu-lhe:

“Então vocês vão cometer uma agressão num parque de estacionamento? Não vêem que foram filmados pelas câmaras de filmar”.

A D. Carolina retorquiu:
“Eu não brinco em serviço. No dia anterior mandei destruir as câmaras”.


Para V. Ex.ª fazer um juízo sobre a maquinação que foi montada providencie no sentido de verificar se alguma vez aquele parque possuiu câmaras de filmar.

A resposta que obterá será: NUNCA!


A Sr.ª Pinhão nas reuniões que efectuou frequentemente no Restaurante Le Petit e no Hotel Mundial com a D. Carolina esqueceu-se de pormenores importantes.

Como ideóloga também terá sido a Sr.ª que instigou a D. Carolina a cometer os crimes atrás aludidos?

Retratá-los-á na sua “fita”?


Nem todos são ingénuos Sr.ª Pinhão, mas reconhecemos que a Sr.ª tem alguma esperteza.

No entanto, no dia em que Deus distribuiu a inteligência a Sr.ª acordou tarde, como é habitual, e ficou no final da fila. Infelizmente, este é um dom que não se compra em qualquer Centro Comercial.

Num dos furtos a que atrás fazemos referência foram recuperados pela P. S. P. na residência da D. Carolina alguns dos objectos que haviam sido furtados do escritório do seu ex-companheiro, escritório, cuja existência só os dois conheciam.

Entre os objectos não recuperados figuravam vários quadros.

O semanário Sol publicou a entrega dos objectos recuperados ao presidente do F. C. Porto.

Imediatamente o Sr. Luís Vieira, ao ter conhecimento do artigo publicado, liga à D. Carolina dizendo-lhe que já não quer em sua casa o quadro do Cargaleiro.

O referido quadro foi pelas mãos da Sr.ª Pinhão levado para o Porto e entregue à D. Carolina.

Sabemos que o Sr. Luís Vieira aprecia obras de arte, nomeadamente quadros, e gosta de, quando entende oportuno, oferecer peças valiosas a Presidentes de Bancos.

Depois os financiamentos estão mais facilitados, não é Sr. Luís?


O local de aquisição dos mesmos também é igual e cirurgicamente seleccionado, não é Sr. Luís?"

APITO ENCARNADO - PARTE I

Todos sabemos que o futebol português é controlado por uma máfia tri-céfala que impede que este se possa desenvolver de forma harmoniosa. A máfia domina e impede que tudo o que existe à sua volta possa crescer. Portugal, apesar de "no papel" se afirmar como um Estado de Direito, não é mais que uma República das Bananas onde os "tubarões" controlam o Estado para ir de encontro aos seus interesses. Do grupo dos "tubarões" fazem parte, como não poderia deixar de ser, os três marretas do nosso futebol. No entanto, mesmo nos Estados controlados pela corrupção e compadrio, há sempre pessoas que não se conformam com a situação e não se deixam ir no rebanho. Foi assim que nasceu o famoso processo "Apito Dourado" que encheu de esperança todos aqueles que sonham com um futebol limpo, onde ganhem as melhores equipas e não os mafiosos de sempre. Depressa se verificou que as instituições da República das Bananas estão bem alerta, pois os recuos que o referido processo tem sofrido, irão certamente conduzir a uns arquivamentos e a umas "condenaçõezinhas" com pena suspensa para alguns, de maneira a que se consiga "tapar o sol com a peneira" e varrer toda a porcaria para debaixo do tapete. Apesar de tudo, conseguiu-se alguma coisa com este processo. No entanto, há tubarões e tubarões. O processo "Apito Dourado" ainda conseguiu nascer, mas o processo "Apito Encarnado" nunca chegou a ver a luz do dia. O presidente da direcção e administrador da SAD do Benfica, clube com o qual iremos jogar no próximo Domingo, continua impune e sem qualquer acusação, apesar de todos os indícios existentes e que são do conhecimento do Procurador Geral da República e de outras entidades. Esse senhor continua impune mas, tal como referi atrás, há sempre pessoas inconformadas, por isso, foi enviada ao senhor Procurador Geral um dossiê a que os autores chamaram de "Apito Encarnado". Ainda houve algum eco (muito pouco) na comunicação social, quando este texto foi entregue às entidades competentes, mas foi "sol de pouca dura". Rapidamente todas as notícias foram silenciadas por quem controla a República das Bananas. Para assinalar mais um jogo frente a um dos clubes que representa com maior vigor a realidade da máfia tri-céfala no nosso futebol, iremos publicar neste blogue o referido dossiê:

"Texto Integral do Dossiê Apito Encarnado - ("Tu, Luís...")
Exmo Sr.
Procurador-Geral da República

Somos um conjunto de funcionários de investigação que serve esta Instituição há muitos anos. Ela, apesar do momento negro que atravessa, ainda nos merece todo o respeito pelo seu passado recheado de excelentes serviços prestados à sociedade.

Decidimos efectuar esta comunicação não só pela razão anteriormente aludida, mas também em respeito pela memória de muitos dos excelentes funcionários que a serviram.

Esta Instituição ao longo dos anos da sua existência tem-se pautado por práticas de investigação, reconhecidas universalmente, tendo por objectivo a descoberta da verdade dos factos.

Assistimos nos últimos anos a algumas tentativas de influenciar investigações, tendo nalgumas delas, devido à sua mediatização, sido públicas tais intenções - recordamos os processos relacionados com a “Moderna” e “Finanças”.

No entanto, nada até agora se assemelhou ao que está a acontecer com o denominado “processo apito dourado”.

A nossa desilusão inicia-se com a análise que efectuámos aos processos ainda sem a intervenção da equipa “milagrosa” e continua com as práticas infames e desprezíveis cometidas por alguns elementos desta equipa.

Deparámo-nos com práticas que pensávamos já estarem arredadas num estado democrático. Todo o trabalho foi efectuado com alvos previamente definidos, tendo sido para tal, cometidas inúmeras ilegalidades e efectuados actos processuais, no mínimo, de validade duvidosa.

Actos iguais cometidos por pessoas diferentes tiveram decisões diferenciadas, o que revela que a equipa do Dr. Carlos Teixeira protegeu nitidamente algumas pessoas.

Analisando quem foi protegido verifica-se que estamos perante a rede de influências das pessoas que prestaram serviços e vassalagem ao S. L. Benfica e ao seu presidente Luís Vieira.

Nada nos move contra o S. L. Benfica, pois alguns até adeptos somos deste clube e, como é óbvio, queremos que o nosso clube vença sempre, mas não a qualquer preço.

Também não pretendemos ser enganados por quem, com discursos incendiados e dirigidos à populaça vai enganando os adeptos mais distraídos, “sacando” dinheiro ao clube.

Também a nossa conduta profissional impõe-nos a obrigação de não deixar passar em claro esta cabala.

Verificámos que o direccionamento da investigação (custa-nos empregar esta palavra, pois de investigação estes processos nada tiveram) não se ficou só pelos autos, pois o Dr. Carlos Teixeira, não conseguindo vencer o seu benfiquismo primário, entregou informação e peças processuais, previamente seleccionadas, a alguns jornalistas da sua cor, nomeadamente aos Srs. António Gomes e Rogério Azevedo.

Havia que injectar a opinião pública.
Mas vamos a alguns factos:

O Sr. Valentim Loureiro sempre que prestou declarações, e quando ouvido nos vários processos sobre a informação, que lhe era fornecida antecipadamente à sua divulgação pública, das nomeações dos árbitros, disse que a mesma lhe era fornecida quer pelo Presidente, quer por um vogal do Conselho de Arbitragem da Liga. Em nenhum processo o Presidente de tal Conselho é arguido. O Vogal é-o em todos.

No processo que se encontra em fase de instrução relativo ao jogo Boavista-Estrela da Amadora analise-se a acusação. É uma peça digna de figurar no Guinness World Records. Inocentam-se condutas criminosas e acusam-se práticas legais, distorcendo-as.

Num jogo da Taça de Portugal S. C. Braga-F. C. Porto o Sr. Pinto de Sousa contactou os dois presidentes, quanto às suas preferências para arbitrar o jogo. O do F. C. Porto referiu que poderia ser qualquer um, menos o árbitro X. O do S. C. Braga referiu que não queria os árbitros Y, Z e W. O presidente do F. C. Porto é arguido no processo o do S. C. Braga não. Mas mais. Analise-se as escutas relacionadas com este jogo e verificar-se-á que no final do jogo o Dr. Mesquita Machado ligou ao ex-árbitro Azevedo Duarte todo indignado por não ter sido nomeado um determinado árbitro. Também não é arguido.

Não obstante o Sr. José Veiga ter sido escutado a solicitar que o árbitro, que dirigiria o encontro que a sua equipa realizaria no fim de semana seguinte, fosse contactado para beneficiar a sua equipa e apesar de ter ganho em casa do adversário por 0-1, o Sr. Magistrado entendeu que a matéria apurada não era suficiente.

Critérios ...

Apesar de lhe ter sido fornecida a informação que a seguir indicamos, relacionada com a época 2004/2005 (ano em que o S. L. Benfica quebrou o longo jejum), o Dr. Carlos Teixeira esqueceu-se de lhe dar o devido tratamento:

- As reuniões secretas entre o Sr. Luís Vieira e o Sr. José Veiga com o presidente e, por vezes, um vogal do Conselho de Arbitragem da Liga em locais (Bares e Restaurantes) devidamente identificados em Lisboa e cujos funcionários estavam disponíveis para testemunhar.

- As reuniões efectuadas num Restaurante em Penafiel, bastante conhecido da gente do futebol, entre o Sr. José Veiga e vários árbitros e árbitros assistentes.

- As reuniões semanais entre o Sr. José Veiga com um vogal do Conselho de Arbitragem da Liga na zona litoral centro do País, perto da residência deste último (por coincidência os estágios do S. L. Benfica, nessa época, eram efectuados no litoral e relativamente próximo do mencionado local). Este vogal, por sua vez, levava as indicações ao Presidente das exigências dos Srs. Vieira e Veiga que indicavam os árbitros não só para os seus jogos, mas também para os dos seus rivais.

- As reuniões entre o Dr. João Rodrigues com o Sr. Pinto de Sousa num Hotel de Lisboa.

- As reuniões entre o mesmo João Rodrigues, no mesmo Hotel, com vários árbitros.

- As fortes ligações do Sr. José Veiga aos Laboratórios Internacionais de Doping.

- A promessa de contratação de um jogador do Guimarães. O Sr. José Veiga prometeu-lhe a contratação, caso não jogasse contra o Benfica. O jogador efectivamente não jogou. O Benfica tentou recuar na promessa, mas o jogador ameaçou que “metia a boca no trombone” e lá tiveram que o contratar.

- A promessa de contratação de um jogador do Estoril antes do “famoso” jogo Estoril-Benfica no Algarve. O Sr. José Veiga jantou com ele num Restaurante da linha do Estoril, tendo-lhe prometido a sua contratação, caso facilitasse a vida ao Benfica. As facilidades aconteceram, mas a contratação não.

- As reuniões efectuadas na semana que antecedeu o atrás citado jogo com vários jogadores do Estoril com o Sr. José Veiga e nalguns casos com o seu primo (o homem forte da segurança. Foi o autor da agressão no Aeroporto de Lisboa, quando o Sr. Luís Vieira foi “raptar” o jogador Moretto ao Brasil). Foram efectuados pagamentos pelo primo do Sr. Veiga, ao que consta, ao guarda-redes do Estoril. Sobre estes factos existiu a disponibilidade em falar dum elemento do Estoril. Aliás o homem propunha-se contar, não só, tudo sobre esta “novela”, mas de muitas outras que tinha conhecimento do Sr. Luís Vieira.

- As escandalosas arbitragens dos Srs. João Ferreira, Hélio Santos, Elmano Santos, Bruno Paixão, entre outros. Mas destas não interessava solicitar análises aos peritos.

- As ligações do presidente do Belenenses aos Srs. Luís Vieira, Cunha leal, Tinoco Faria, Pedro Mourão, Frederico Cebola que influenciaram a decisão no caso “Mateus”. Foram inclusivamente denunciados os pagamentos que foram efectuados a alguns destes senhores por alguns escritórios de advogados.

O Gil Vicente também gostará de saber que não foi prejudicado s6 na época passada, com intervenção do Sr. Luís Vieira. Ele pagou ao “paineleiro” Fernando Seara cerca de 100 mil contos (s/ recibo) para conseguir que o Alverca ficasse na 1.ª Divisão (era satélite do S. L. Benfica), prejudicando o Gil Vicente. Consta que o atrás referido “paineleiro” se juntou (falamos de escritório), há relativamente pouco tempo, ao já citado João Correia.

Existiam nos autos indícios quer em quantidade, quer devido à sua relevância que justificariam, caso o Magistrado fosse isento, que os Srs. Luís Vieira, José Veiga, António Salvador, João Rodrigues, Tinoco Faria, Luís Guilherme, Cunha Leal, António Duarte, Pedra Mourão, Frederico Cebola, Paulo Relógio fossem colocados sob escuta, mas tal não interessava."

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Fórum para Reforços

A época de transfências de Janeiro está a chegar, e o penúltimo lugar na tabela obriga a Briosa a procurar reforços.

Nomes já falados:
Rogério Matias, Jankauskas, Pauleta, Sérgio Conceição, Lino e Edgar.

Fale também:
- Diga que posições devem ser reforçadas. ?
- Torne também mais jogadores em nomes falados. ?

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

DERROTA MUITO AMARGA

Guimarães 2 - AAC 1

A Académica somou mais uma derrota na deslocação que efectuou a Guimarães. Na primeira parte a Briosa dominou as operações e impôs o seu jogo, vendo premiado o seu ascendente com um golo de Pavlovic. Mesmo em cima do intervalo, Litos, na sequência de um canto, podia ter elevado a vantagem, mas o seu cabeceamento embateu na barra da baliza.

A segunda parte teve uma história diferente. O Guimarães entrou a todo o gás e a Académica "encolheu-se" um pouco, o que se viria a revelar fatal. Logo no reinício os anfitriões empatam, num golo muito consentido pelos centrais. Mesmo assim, a Briosa poderia ter voltado à condição de líder do marcador mas Vouho falha escandalosamente uma emenda à boca da baliza. Perto da meia hora desta etapa complementar, N´Doye sofre uma falta que o Sr. Pedro Proença não quis marcar e a Briosa foi apanhada em contrapé, sofrendo assim o segundo golo. Apesar da reacção não ter sido a melhor, Helder Barbosa tem uma jogada espectacular e é travado em falta quando se dirigia isolado para a baliza. Pedro Proença mostra o amarelo ?!?!?!?! ao defesa faltoso!!!! Mais uma arbitragem vergonhosa!

A Académica alinhou de início com: Pedro Roma; Pedro Costa, Litos, Káká e Orlando; Pavlovic, Paulo Sérgio e N´Doye; Lito, Ivanildo e Vouho. Jogaram ainda: Hélder Barbosa, Miguel Pedro e Joeano.

Melhor em campo: Pedro Costa

Resumo:

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

TAÇA: BENFICA - ACADÉMICA

Para já vamos ganhar ao Benfica dia 9 de Dezembro, depois logo vemos quem nos vai calhar nos próximos jogos até à final.

De resto... Isentos: Boavista e Marítimo.
Falta de sorte? Nãooooo...
Vamos ganhar.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

FILIPE TEIXEIRA

Os golos que nos faltam...
2 golos e 1 assistência:


As alegrias que nos faltam...


Repare-se já agora na diferença entre a segunda divisão inglesa e a primeira portuguesa... Como seria bom viver num país onde os adeptos fossem da sua equipa e não quase todos de uma de três.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

ASSALTO

3-1, MENOS 3 PTS, MAIS 3 PTS ROUBADOS

A Académica saiu hoje derrotada mais uma vez, desta vez frente a Artur Soares Dias.

Alinharam pela Briosa: P.Roma; N.Piloto, Orlando, Kaká e P.Costa; Pavlovic, Cris (Fofana, 45m) e N'Doye; Lito, M.Pedro (Gyano, 74m) e Joeano (H.Barbosa, 45m).

O roubo começou aos 18m com 2 golos para o V.Setúbal, o 1º precedido duma falta não assinalada e o 2º em situação de fora-de-jogo. A Académica ainda reduziu através de N'Doye aos 56m, mas a possibilidade do empate fez com que voltasse a ser roubada passados 5m, com uma expulsão injusta de Orlando e logo a seguir, mais ridículo que as coisas ridículas, um penalty assinalado a um ressalto na barreira num livre directo para o V.Setúbal.

Domingos Paciência: "Sabíamos que ia ser difícil e acabámos por perder. É o jogo dos trinta segundos. Na primeira parte sofremos dois golos em trinta segundos, com dois erros nossos, embora o no segundo me pareça que o jogador esta em fora de jogo. Na segunda parte outros trinta segundos, com um segundo amarelo a Orlando e um penalty por um jogador que saltou com a mão a defender a cara. O Orlando foi muito mal expulso. Na primeira falta não há motivo para amarelo, é o Pitbull que está a agarrar o Orlando. A equipa reagiu bem depois do golo, podia ter chegado ao 2-1 pelo Joeano, mas não se concretizou. A arbitragem acaba por ter influência no resultado porque o 2-1 não é igual ao 3-1. A expulsão também acaba por ter influência. No nosso golo, o Fofana não toca na bola, o golo é do NDoye"

Enquanto não há imagens, pode-se ver de forma semelhante o porquê de uns estarem no topo da classificação e outros em baixo.

Assim continua o futebol português...

domingo, 4 de novembro de 2007

ESTRELA BEM REFORÇADO

ACADÉMICA 3-ESTRELA 3

Alguns adeptos da Académica têm vindo a defender que a Briosa, desde que Domingos Paciência assumiu as funções de técnico principal, tem vindo a ser ajudada pelas arbitragens (imagine-se!!), chamando a isso "afilhadices". Não sei se o jogo de hoje será um dos exemplos que irão apresentar para defender a sua tese. Uma boa escolha talvez seja aquele lance em que o árbitro Reforço transforma um canto a favor da Académica em pontapé de baliza e, na mesma jogada, não assinala uma falta nítida sobre Pavlovic, que levou a que a defesa da Briosa fosse apanhada em contra-pé e sofresse o 2º golo do Estrela, relançando assim uma partida que estava sentenciada a favor da Académica. Outra boa escolha poderá ser também um puxão na camisola de Joeano que o impediu de chegar a um cruzamento da esquerda do ataque, lance que ocorreu já em tempo de descontos, após o golo do empate. Enfim, muitos lances óptimos para defender a tese que a Académica anda a ser ajudada. Mas que grande Reforço me saiu este árbitro novato, hem? Já está bem integrado no seio dos outros arguídos...

Domingos fez apenas uma alteração relativamente à partida da última jornada, fazendo sair Cris e dando lugar a Tiero no meio campo da Velhinha. Assim, o onze que iniciou o jogo foi o seguinte: Pedro Roma; Nuno Piloto, Orlando, Káká e Pedro Costa; Pavlovic, Tiero e N´Doye; Miguel Pedro, Lito e Joeano. Com excepção dos momentos iniciais, a Académica entrou a dominar as operações e a jogar um futebol agradável. Apesar disso, não se criavam muitas situações de golo, com excepção para um remate de cabeça de Joeano. Depois de um susto provocado por uma desatenção de Tiero que quase deu o golo ao adversário, a Briosa conseguiu marcar, através de Lito, que aproveitou bem um passe magnífico de Pavlovic, que o isolou face a Nélson. No entanto, a Académica não conseguiu segurar a vantagem e sofreu o empate através de Maurício num potente remate de cabeça desferido à entrada da área.

Para a segunda parte, Domingos resolve substituir Tiero, que não justificou a chamada ao onze titular, por Hélder Barbosa. Logo no reatamento a Briosa volta a colocar-se em vantagem, novamente por Lito, que, ao primeiro poste, emenda bem um cruzamento muito bem tirado por Hélder Barbosa. Novamente os académicos se enchiam de esperança num desfecho positivo. E tinham razões para isso, pois a equipa passou a praticar um futebol bonito e objectivo, com desmarcações, jogadas ao primeiro toque, tabelinhas, enfim, um futebol magnífico (a melhor exibição da época) que só poderia conduzir à vitória. É nesta toada que aparece o terceiro golo dos pretos, a coroar uma jogada de excelente entendimento entre Miguel Pedro e Lito no lado direito do ataque. O segundo volta a marcar e a fazer o hat-trick, que o faz ser o melhor em campo. A partir deste momento começa a aparecer o reforço do Estrela, com decisões, no mínimo esquisitas, e estranhas se tivermos em conta que fez uma arbitragem normal no primeiro tempo. O que se terá passado no intervalo? Como já foi referido atrás, o Estrela consegue o 2º golo com a ajuda esmerada do seu reforço e relança uma partida que estava perdida e bem perdida. Apesar disso, a Académica continua a atacar e Miguel Pedro e N´Doye tiveram nos pés a possibilidade de ampliar a vantagem. O reforço do Estrela continuava o seu trabalho de empurrar a Briosa para trás e, numa das inúmeras faltas que conseguiu descortinar a favor dos forasteiros, os visitantes conseguíram empatar o jogo, sem saberem ler nem escrever, num lance em que a bola é bombeada para a área da Briosa e o central Wagnão aparece em posição muito duvidosa a cabecear para o fundo da baliza de Roma, que ficou entre os postes quando deveria ter saído ao cruzamento.

Em suma, um resultado muito injusto para a Académica, que fez a melhor exibição da temporada. Perdemos uma bela oportunidade para entrar em lugares mais tranquilos da tabela classificativa, mas a exibição faz-me acreditar que esta equipa pode fazer uma Liga bem positiva!

terça-feira, 30 de outubro de 2007

0-0

Resumo do jogo Belenenses 0 - Académica 0.

domingo, 28 de outubro de 2007

Fomos provar os pastéis mas podiamos ter regressado mais gordos..

Belenenses 0 ACADÉMICA 0

ACADÉMICA: Pedro Roma; Nuno Piloto, Orlando, Kaká e Pedro Costa; Pavlovic, Cris (70´) e Miguel Pedro (66´); Lito (88´), N'Doye e Joeano.
Suplentes: Ricardo, Fofana (88´), Hélder Barbosa (66´), Paulo Sérgio (70´), Litos, Gyano e Tiero.

Domingo(s) disse no sábado..no fim do jogo que:
"Foi um desfecho justo. Uma primeira parte mais da Académica, a segunda com o Belenenses a aparecer melhor. Há algum sabor amargo, porque podíamos ter chegado cedo ao golo. O Belenenses também teve oportunidades, mas o Pedro Roma é que lhe negou o golo, as nossas pareceram-me mais fáceis de concluir", indicou Domingos Paciência, entusiasmado pela evolução da equipa, em particular no sector ofensivo.
"A Académica está a trabalhar bem e está a fazer bem a ligação para o ataque apoiado e quando isso acontece há mais possibilidade de fazer golos. Vi o que pretendo e há que continuar a trabalhar para melhorar", revelou o técnico."É sempre bom pontuar fora, mas agora há que ganhar em casa. Se o conseguíssemos fazer sempre, estaríamos a falar de outra forma",
"Já conseguimos ver a equipa a chegar mais vezes à zona de finalização, a criar oportunidades, só faltou concretizar. Este foi um bom jogo, anulámos o Belenenses, e pontuar é sempre bom, sobretudo fora. Agora, temos de fazer a nossa obrigação, que é ganhar em casa".
Pedro Roma, que efectuou algumas defesas de bom nível, disse, no final do jogo:
“Sinto-me satisfeito por ter contribuído para este bom resultado. Essencialmente é isso, já que não gosto de individualizar, pois o futebol é um jogo colectivo”, referiu, admitindo que já esperava ter algum trabalho.“Na 1.ª parte fomos melhores e estivemos perto de conquistar os 3 pontos, mas depois o Belenenses cresceu e criou alguns lances de perigo. Já esperávamos pois seria normal que, a jogar em casa, eles mudassem alguma coisa”, explicou, acrescentando: “Nos primeiros 10 minutos após o intervalo o Belenenses apertou só que depois equilibrámos e o jogo foi repartido.”A exibição rubricada no Restelo deixou Pedro Roma muito bem disposto, como se comprovou pela brincadeira que fez ao subir para o palanque da sala de imprensa. “Ui, dói-me o joelho. Deve ser da idade”, disse, com um largo sorriso, o jogador mais velho da Liga, com 37 anos.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

O OLHO DO DRAGÃO

A Académica perdeu ontem com o Porto, na primeira derrota de Domingos Paciência desde que está à frente dos destinos da Briosa. Domingos optou por fazer várias alterações em relação ao jogo com o Leixões. Assim, entraram Litos, Pavlovic, Ivanildo e Joeano. A Briosa começou com: Pedro Roma; Orlando, Káká, Litos e Pedro Costa; Pavlovic, N´Doye e Ivanildo; Lito, Miguel Pedro e Joeano. O esquema táctico mantém-se, mesmo a jogar frente ao campeão em título, o que é uma mudança radical face ao que se passava com o anterior treinador. Por outro lado, Domingos perdeu definitivamente a paciência com Vítor Vinha e decidiu deslocar Pedro Costa para a lateral esquerda, o que fez com que tivesse que jogar com um lateral direito de recurso, missão que coube a Orlando (então e o Pablo Castro?). No meio campo, Pavlovic tinha as tarefas mais defensivas, rendendo o lesionado Paulo Sérgio, tendo ao seu lado N´Doye, que voltou a fazer uma boa exibição, sendo o melhor em campo. A Académica tentou sempre responder ao maior caudal ofensivo do Porto, apesar de não conseguir chegar com grande perigo à baliza de Helton, ao passo que os tripeiros, apesar de nunca conseguirem mandar por completo na partida, criaram duas ocasiões de perigo. A partida viria a ficar decidida através de um penalty. N´Doye corre com Quaresma e os dois embrulham-se e caiem já dentro da área da Académica. O árbitro nada assinala, mas o seu muito zeloso auxiliar do lado da bancada poente, logo agita a sua bandeirinha. Segue-se mais uma reunião muito vista nos nossos relvados. O Auxiliar diz que é falta do N´Doye, fora da área, mas logo o Elmano que não tinha marcado nada, se apressa a apontar para a marca da grande penalidade. É o que se pode chamar uma GRANDE EVOLUÇÃO!!! Para quem não tinha visto falta nenhuma, marcar um penalty quando o outro lhe diz que é fora da área, É OBRA!!! Enfim, nada a que não estejamos já habituados... Resta uma palavra para os académicos que andavam preocupados com as supostas arbitragens a favor da Briosa, desde que Domingos é treinador: CALMA! TENHAM CALMA! COMO VÊEM O ELMANO JÁ COLOCOU TUDO NO SÍTIO CERTO! VOLTÁMOS A SER ROUBADOS! PODEM DORMIR DESCANSADOS!!!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

ACADÉMICA - 1 LEIXÕES - 1

PODIA ter sido PIOR, mas DEVIA ter sido MELHOR.
A Académica continua porém sem conhecer o sabor da derrota desde a entrada de Domingos Paciência para o comando técnico. Ontem, perante cerca de 5000 espectadores e um protesto da Mancha Negra em relação aos jogos às Segundas à noite, o empate 1-1 foi um mau menor.

A Briosa alinhou com: P.Roma; P.Costa, Kaká, Orlando e V.Vinha (Ivanildo,67m); P.Sérgio (Tiero,40m), Cris e N'Doye; M.Pedro, Lito e H.Barbosa (Joeano,45m).

Após uma primeira parte de fraco futebol, onde a Académica não conseguiu criar perigo. No segundo tempo P.Roma deitou tudo a perder ao deitar-se após deixar-se ultrapassar infantilmente pelo avançado do Leixões, resultando na inauguração do marcador aos 63 m. A equipa de Coimbra no entanto não desanimou, começando inclusive a praticar bom futebol após a entrada de Ivanildo e saída de V.Vinha, resultando finalmente num belo de golo de Lito após assistência de Joeano aos 77m. Estava feito o resultado final.

As palavras do técnico da Briosa:
«Faltou a Académica entrar mais confiante e com mais tranquilidade para assumir o jogo. Estivemos muito intranquilos na primeira parte, sem ligação, deixando o Leixões assumir o controlo do jogo. Na segunda parte já tivemos mais qualidade e acabámos por merecer o golo, por isso o resultado justo é mesmo o empate. O golo do Leixões resulta de um erro, mas reagimos bem e até poderíamos fazer mais se estivéssemos mais tranquilos», disse o técnico, que não deixa de ter saldo positivo após cumprir o terceiro jogo à frente dos estudantes.
Temos uma equipa jovem, que passou por momentos difíceis, por isso temos de continuar a trabalhar em busca de tranquilidade para que o futuro possa ser melhor»

Os golos:

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Boavista - 0 Académica - 0

Num jogo não muito bem jogado mas muito disputado, a Académica trouxe um ponto do Bessa. A Briosa encontra-se assim no 10º lugar com 5 pontos conquistados no total.

O Mister Domingos conquistou o quarto ponto em 2 jogos, permanecendo sem sofrer qualquer golo. As suas palavras no fim do jogo:
«Acaba por ser um empate positivo para nós, porque não foi do meu agrado o que fizemos na primeira parte. O Boavista teve ocasiões para marcar e merecia ter ido para o intervalo a vencer. Na segunda parte, tivemos um período muito bom, e com mais tranquilidade podíamos ter marcado. Com cinco pontos, temos agora dois jogos em casa, sabemos que vão ser difíceis. Estou com uma equipa nova. Para conseguir que a Académica seja uma equipa mais forte e mais coesa, temos todos de ajudar. Ausência de Ivanildo? Mera opção. Também quero dar os parabéns a Lucílio Baptista, porque fez um bom trabalho. Ainda não vi o lance em que o Boavista reclama grande penalidade, mas os meus jogadores disseram-me que não houve intenção de jogar a bola com a mão, e assim sendo, não haveria razão para assinalar o castigo máximo.»
[perspectivas para a época] «Conto com todos os jogadores. Procuro explorar ao máximo as capacidades do plantel, mas por vezes pensamos uma coisa e sai outra. Tenho consciência que vai ser um campeonato competitivo e difícil. A Académica luta pela manutenção e não é fácil tranquilizar uma equipa que por norma anda sempre no fundo da tabela.»

OS lances da partida:

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

É TÃO SIMPLES...

Ontem a Briosa conseguiu a primeira vitória na liga desta época. Na estreia, Domingos Paciência não inventou e optou por um sistema que há muito se tinha visto que era o mais adequado face às características do plantel: o 4x3x3. As surpresas vieram de alguns dos titulares escolhidos, nomeadamente Orlando, Fofana, Miguel Pedro e Ivanildo. Assim, os onze que iniciaram a partida com o Paços foram os seguintes: Pedro Roma; Pedro Costa, Orlando, Káká e Vinha; Paulo Sérgio, Tiero e Miguel Pedro; Ivanildo, Fofana e Vouho. Ninguém esperava que a equipa se mostrasse desde logo desinibida e a praticar um futebol de "encher o olho". Domingos, ao contrário do que seria de esperar, colocou Miguel Pedro no centro do terreno a comandar o ataque e Fofana como extremo, opção que foi bastante bem conseguida no que respeita ao segundo, mas que não correu assim tão bem para Miguel Pedro. A primeira parte não correu muito bem. Os nervos imperavam, mas mesmo assim, era a Académica que dominava as operações. Os adversários só por uma vez criaram algum perigo, na sequência de uma bola parada e da confusão que se gerou na área academista. Não conseguindo chegar com perigo à baliza pacense, os estudantes optaram por remates de longe, destacando-se neste aspecto Tiero. Mais uma vez demonstrou que tem uma temível "meia distância" que certamente irá dar muitas alegrias aos académicos.

A segunda parte foi completamente diferente. Domingos não ficou à espera de ver como o jogo se poderia desenrolar e, pouco depois do reinício, decide colocar em campo Joeano no lugar de Vouho e, pouco depois, faz sair Ivanildo para lançar Hélder Barbosa. A partir deste momento o Paços, que já não atacava muito, deixou de existir. O jogo só tinha um sentido, o da baliza dos visitantes. Barbosa apesar de ter entrado só na 2ª. parte, cotou-se como o melhor em campo. A equipa jogava com uma garra, um querer e uma alegria que há muito tempo não se viam. Os atletas pressionavam os adversários, lutavam e, como é óbvio, encostavam o Paços de Ferreira "às cordas", facto para o qual contribuiu decisivamente a entrada de Cris para o lugar de Miguel Pedro, substituição que veio trazer o equilíbrio que por vezes faltava no centro do terreno. Finalmente, aos 85 minutos, surge o momento alto da partida. Helder Barbosa entra pelo meio com a bola dominada, passa por vários adversários, entra na área e, apesar de ter caído, consegue levantar-se, tirar Peçanha do caminho, e alvejar a baliza pacense. GOLO! Um golo que resume bem como jogou a Briosa ontem: garra, querer e grande atitude competitiva!

É claro que esta vitória não quer dizer mais do que isso mesmo: uma vitória. Não quer dizer que a equipa passa a ser a melhor depois de ter sido a pior. No entanto, o que me deixa verdadeiramente satisfeito é constatar que a equipa joga com alegria, tem espírito de grupo e está com o treinador, coisas que há muito não se viam!

terça-feira, 11 de setembro de 2007

DOMINGOS MAIS FELIZES?

Está praticamente confirmado o novo treinador da Briosa. Após os vários nomes possíveis lançados para o ar pelos adivinhas, à última parece que foi de vez. Domingos Paciência será o homem escolhido para suceder a Manuel Machado no comando técnico da Académica.

É com esse pensamento que o próprio já fala à imprensa:
«É um clube com história e é claro que vejo com agrado a possibilidade de assumir o comando técnico», disse Domingos ao Maisfutebol. A «Briosa» não entrou bem na Liga e ao fim de três jornadas soma apenas um ponto, motivo pelo qual Manuel Machado saiu. O seu sucessor está consciente das dificuldades mas está confiante no futuro: «Acredito sempre no meu trabalho e no trabalho dos meus jogadores. Aconteceu esta situação, que é sempre desagradável, mas se aconteceu foi porque algo estava mal e era preciso mudar. Esse será o meu objectivo.»

Domingos ainda não conhece profundamente o plantel que terá à sua disposição, mas esteve atento às primeiras jornada da Liga e mostra-se pragmático em relação às mudanças necessárias. «Antes de mais a equipa tem de sofrer menos golos, pois já consentiu sete em apenas três jogos. Depois também é preciso marcar, para ganhar jogos. Mas penso que nesta altura o mais importante será os jogadores ganharem confiança», referiu.

Nas últimas épocas o plantel da Académica sofreu sempre profundas remodelações. Domingos vai receber também essa herança, mas defende que esse não é o caminho certo. «A estabilidade é muito importante e comigo terá de haver estabilidade.»

Domingos deve ultimar os detalhes do acordo com a Académica em breve, pelo que é possível que esta quarta-feira já oriente o treino.

Esperemos pois que tal como o fez antigamente no relvado ao serviço da Selecção, Domingos venha para o banco da Briosa dar-nos mais alegrias todos os Domingos, começando já no próximo com uma vitória sobre o Paços de Ferreira. Boa Sorte!FORÇA BRIOSA!!

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

E AGORA?

Manuel Machado já não é técnico da AAC/OAF. Treinador com um currículo interessante, foi com grande expectativa e esperança que os sócios e adeptos da Briosa receberam a notícia da sua contratação. Ao longo do tempo foi perdendo todo o seu crédito junto dos académicos. Equipa sem fio de jogo; erros acumulados ao longo do tempo, sem que se notasse qualquer tipo de evolução positiva; equipa sem atitude competitiva condizente com os pergaminhos da centenária instituição. Manuel Machado acabou a época transacta sem qualquer margem de manobra perante os sócios da Briosa. O início da presente época só mostrou "mais do mesmo". A equipa acumula derrotas em cima de derrotas, exibições confrangedoras e pouca vontade para mudar o rumo. Nestas circunstâncias tem de haver um "abanão" que costuma ser quase sempre a mudança de treinador. A verdade é que não se podia fazer outra coisa. Manuel Machado não tinha a mínima confiança dos académicos e, parece-me, também não tinha grandes apoios no seio do plantel. Não havia outra saída.

E agora? De uma lista de possíveis substitutos do professor Machado, Rogério Gonçalves parece ser o senhor que se segue. Também ele tem um currículo interessante, se bem que bem menos recheado de sucessos que o do seu antecessor. A minha escolha não seria essa. Para mim, Vítor Oliveira, tendo em conta as circunstâncias, seria a escolha acertada. No entanto, não sou eu que tomo as decisões, portanto, Rogério Gonçalves será o MEU TREINADOR a partir do momento em que seja apresentado como o novo timoneiro do futebol sénior da AAC/OAF. Espero que seja assim para todos os académicos! A equipa precisa de apoio e só com a ajuda de todos poderá melhorar as suas prestações.

CARO MM, CHEGOU A HORA...

...de ires embora!E é assim, sem brilho nem glória alguma (bem pelo contrário), que Manuel Machado abandona a Académica. Apesar do benefício da dúvida que lhe foi dado para esta época, um novo início desastroso, sendo eliminado de todas as competições e segurando a lanterna vermelha desde a 1ª jornada, valeram a chicotada psicológica na Briosa. O facto foi consumado após mais uma derrota, desta feita por 0-2 para a Taça Estrela, em Gouveira, frente ao Sp. Braga.

Os nomes falados para suceder a MM são agora: Ulisses Morais, Domingos Paciência, Rogério Gonçalves (Beira Mar) e Paulo Sérgio (Santa Clara).

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Jogo um Record de Bolas para o LIXO

A desprezível imprensa desportiva portuguesa, liderada pelos vergonhosos jornais desportivos, continua a dar o ar da sua (des)graça.

Veja-se as capas dos jornais desportivos de hoje:
Este é o meu jornal de eleição. A capa do dia: "Rendidos a Di Maria: O Argentino encantou adeptos com passes venenosos".
Reparem bem na notícia... "No treino matinal de ontem, ao qual só apresentaram 16 elementos (...) Di María encantou os 100 adeptos que assistiram à sessão com seu pé esquerdo"





Esta é a minha preferida do dia: "Miúdo de Camacho recebeu 150 € no 1º cheque"
E a notícia tão importante: "Helena Barros de Oliveira, mãe de Romeu Ribeiro, abriu a O JOGO as portas da sua casa em Vieira do Minho, no distrito de Braga, onde reside com o filho mais novo, Iuri, de 10 anos."






No Benfica não acreditaram nele... "Manuel Fernandes explica que saiu do Benfica por causa do departamento clínico".

Há.. está ali mais qualquer coisa no jornal!... "Portugal Histórico" ?!? Ena pá! Que será!?! Ah... Portugal passou à 2ª fase do Europeu de Basquetebol pela primeira vez na história... Oh... O que é que isso interessa!?....





Bem, fora ironias, tenho que salientar que o grande Record foi o único que publicou uma vez nos últimos anos uma foto de um jogador equipado da Académica na Capa. Aqui está ela:Hummm... Ah... é o Pedro Silva!! Este jogador na Académica nunca ocupou mais do que uma linha no jornal, e agora é notícia todos os dias, ainda hoje estava "entre a marquesa e a faca". Agora até sabemos o que come ao pequeno almoço se for preciso. Será que na época que esteve ausente ele evoluiu assim tanto que do nada já é uma vedeta!?

Bem, tudo o que eu queria dizer é que não hei-de gastar nunca 1 cêntimo a comprar qualquer um destes lixos desportivos, e queria-vos pedir a vocês Académicos que abram os vossos olhos e façam o mesmo.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Caro MM,...

A Académica voltou a fazer um mau resultado ao obter mais uma derrota, desta feita frente ao Marítimo no Estádio dos Barreiros por 2 a 0.

Com uma equipa inicial novamente com algumas surpresas (Manuel Machado parece ainda estar na pre-época a efectuar testes), a Académica começou mal o jogo a perder logo aos 3 min, mas teve uma oportunidade divinal de dar a volta à partida quando ficou a jogar com uma unidade a mais logo a seguir ao golo sofrido. No entanto, nesses restantes 83 min continuou a faltar inspiração ao futebol da Briosa, e a derrota acabou por se confirmar.

Manuel Machado:
«O jogo ficou marcado pelo golo madrugador. Isto condicionou a minha equipa e mesmo com mais um jogador nunca conseguiu desmontar a minha defesa, pois o Marítimo deixou sempre dois jogadores rápidos na frente, o Marcinho e o Kanu. Não tivemos maturidade suficiente para ultrapassar alguns obstáculos com que nos deparámos e tivemos que o pagar bem caro.»

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

A Frase


"Vamos jogar agora com o Bayern e vamos ver quem nos calha a seguir."

Assim Sim, é a forma pensar e de estar na vida.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

DO MAL, O MENOS

Esta frase terá ficado no pensamento dos sócios e adeptos da Briosa que assistiram ao jogo desta tarde, frente à União de Leiria. O professor Manuel Machado decidiu optar por uma táctica poucas vezes por ele utilizada: o 442 losango; com Lito a ser o vértice mais avançado do Losango tendo logo atrás Cris (mais descaído para a esquerda) e Tiero (mais para a direita), sendo Paulo Sérgio o homem mais atrasado do miolo do terreno estudantil. A equipa escalada por Manuel Machado foi a seguinte: Pedro Roma; Sarmento, Káká, Litos e Vítor Vinha; Paulo Sérgio, Cris, Tiero e Lito; Joeano e Gyano. Desta escolha salta à vista o facto de a defesa ser a mesma da época passada; a mesma que tão más prestações teve. Porque é que continuamos a jogar com os dois piores laterais da liga? Pelo que vi, Pablo Castro é muito melhor que Vinha! Por outro lado, Berger é muito melhor que Litos! Porque é que o treinador opta por uma táctica em que limita desde logo um dos melhores jogadores do plantel? Lito a jogar no centro do terreno não lembra a ninguém (excepto ao professor Machado)! Salta à vista que esta equipa rende melhor em 433, com dois extremos bem abertos nas alas (este ano temos jogadores para isso) e com o meio campo constituído por P. Sérgio, Cris e Tiero (ou, eventualmente, Peralta)!

Falando no jogo propriamente dito, a Académica entrou mal. Lito não se adaptou à posição, Vinha perdia todos os lances para N´Gal, fazendo com que a defesa se intranquilizasse cada vez mais. O Leiria não tinha grandes problemas em controlar a partida, situação que se agravou ainda mais com a expulsão de Litos aos 28 minutos em virtude de uma falta duríssima sobre Cadú. O "cabeça de pila" Jorge Sousa voltou a fazer das suas logo a seguir ao não expulsar o central leiriense Hugo Costa depois de outra falta duríssima sobre Lito. Entendimentos... Depois da expulsão, Manuel Machado decide retirar Gyano para a entrada de Berger (que devia estar a jogar desde o início). A Académica continuava a não conseguir impor-se e apenas fez um remate relativamente perigoso por intermédio de Tiero. Chega-se ao intervalo com uma exibição confrangedora da Briosa. Sarmento não é jogador de futebol; mesmo sem adversários pela frente nunca vai à linha de fundo para centrar, opta por mandar a bola para a área adversária a meio do terreno, sempre mal! Vítor Vinha não é lateral e está em péssima forma! Lito nunca conseguiu entrar verdadeiramente na partida! Joeano andou perdido!

A segunda parte começa com o golo do Leiria. Mais uma vez Vítor Vinha perda a bola para N´Gal, este entra na área e oferece o golo a João Paulo. O espectro de mais uma derrota pairava cada vez com mais força sobre os adeptos da Briosa. Manuel Machado decide então retirar Vinha (lesionado) e lança Hélder Barbosa. Com dois extremos no apoio ao avançado a equipa começou finalmente a criar algumas jogadas com princípio, meio e fim. Lito renasce para o jogo e cria dois lances de perigo para a baliza leiriense. Agora que o flanco esquerdo da defensiva academista estava finalmente bem guardado (Cris foi o melhor jogador em campo, quer a jogar no meio do terreno, quer na lateral esquerda), apesar da entrada do rapidíssimo Sougou, a Académica foi para cima do Leiria e na sequência da marcação de um canto, Berger dá um toque de cabeça ao primeiro poste e Hugo Costa corta a bola com a mão: penalti e expulsão do central por acumulação de amarelos (devia ter sido expulso logo a seguir a Litos). Joeano não perdoa e faz o empate. Nesta altura parecia que podíamos conseguir a vitória. Havia mais confiança e garra nos jogadores. O problema foi que fisicamente já ninguém se encontrava em boas condições, o que inviabilizou o pressing final.

Tendo em conta o que se passou na partida, não se pode considerar um mau resultado este empate. Depois do jogo posso afirmar que Cris, Lito e Berger são mesmo reforços; que Litos tem de sair da equipa; que temos de jogar com defesas laterais e não com pseudo-jogadores de futebol; e que o treinador da Académica tem de parar IMEDIATAMENTE com as invenções e pôr a equipa a jogar futebol!

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Nova Época - Velha Sina

Mais uma nova época começou, mas a lengalenga continua. E não me refiro ao facto da Académica voltar a perder, porque isso não é novidade, nem foi preciso publicar neste blogue pois pôde ser visto em todo lado, apenas e só porque jogou contra um dos "3 ricos".
Em conformidade com as últimas décadas, e de uma forma cada vez mais enfadonha, a comunicação social continua virada apenas para 3 clubes, alimentando o ciclo vicioso que faz o habitual campeonato da treta, onde a discussão semanal passa por descobrir qual dos "3 ricos" terá sido menos beneficiado.
Tudo se baseia numa imprensa que apenas se preocupa em vender à custa de qualquer palha que seja desde que seja sobre um dos "3 estarolas", sustentada por adeptos subordinados sem discernimento ou carácter que se deixam levar pelo "Pim, Pam ou Pum".
Veja-se a diferença entre o que se passa em Portugal com os outros campeonatos quando se abre algum site de futebol, e adivinhe-se porque estamos sempre na cauda dos pelotões.

IMPRENSA DESPORTIVA EM PORTUGAL: (3+outros)
IMPRENSA DESPORTIVA NO ESTRANGEIRO: (todos iguais)

Apesar daquilo que se passa ser tão evidente quanto ridículo, há que ter orgulho em todos aqueles que têm a capacidade de não se deixar levar em rebanhos, e a esperança que um dia todos os restantes portugueses consigam também abrir os seus olhos.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

VAI COMEÇAR!

Minhas senhoras e meus senhores, ela aí está! A tão esperada liga de futebol vai iniciar-se hoje à noite e será a nossa querida Académica a participar no jogo inaugural. Todos os académicos estão apreensivos com as verdadeiras capacidades da equipa para fazer uma época diferente das anteriores, ou seja, tranquila e com objectivos mais ambiciosos. A derrota na taça da liga frente ao modesto Fátima veio adensar ainda mais as dúvidas dos simpatizantes e sócios da velhinha. O primeiro adversário na liga não é fácil, pois jogar com o Sporting, ainda por cima em Alvalade, é sempre muito complicado e raramente se conseguem trazer bons resultados, mas eu AINDA acredito que podemos ter uma temporada de sucessos! Manuel Machado convocou 20 jogadores para esta partida, ainda à espera que os certificados internacionais dos marfinenses Fofana e Vouho possam chegar até às 14 horas de hoje, situação que permitiria a sua utilização no jogo. Aqui fica a lista dos convocados:

Pedro Roma e Ricardo; Berger, Káká, Litos, Orlando e Sarmento; Pavlovic, Cris, Tiero, N´Doye, Hélder Barbosa, Ivanildo, Miguel Pedro, Lito, Paulo Sérgio e Fofana; Joeano, Gyano e Vouho.

O jogo inicia-se às 20h30.

FORÇA BRIOSA!!!

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

FÁTIMA

A Académica irá defrontar o Fátima na 2ª. eliminatória da Taça da Liga. Foi o que ditou o sorteio realizado há pouco. O jogo realizar-se-à no próximo dia 12 de Agosto.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

MAIS UMA

A Académica venceu esta tarde o Nacional da Madeira em mais uma partida de preparação. O resultado ficou em 2 a 1, com os golos da Briosa a serem apontados pelo central Orlando e pelo avançado Vouho. De salientar o facto de esta ser a primeira vitória frente a formações que irão disputar o mesmo escalão na temporada futebolística que se avizinha. É de realçar também o facto de esta ser já a terceira vitória nesta pré-temporada, bem diferente do ano passado, em que não se conseguiu nenhum resultado positivo em partidas deste género.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

O PALHAÇO DO REGAÇO

Há um tal de Dr. Regaço que apareceu agora, como que por artes mágicas, a fazer comentários num outro blogue académico e que, no mínimo, veio insultar uma grande fatia de sócios e adeptos da Académica. Este energúmeno apareceu a fazer comentários ferozes contra o Organismo Autónomo de Futebol. Diz ele que a Académica é apenas e só dos estudantes de Coimbra, pelo que qualquer outra pessoa de fora da Universidade deve ser considerada como um mero convidado dos senhores estudantes e que, por isso mesmo, se deve cingir a essa sua situação não devendo, por isso, ter qualquer tipo de funções de direcção. Presumo eu que, mesmo as meras opiniões não deveriam sequer ser ouvidas, pois os doutos estudantes teriam sempre, e sem qualquer sombra de dúvida, as melhores ideias e as melhores políticas para a Académica. Diz esta "besta iluminada" que a Secção de Futebol deveria emergir como a Académica e que o OAF deveria ser exterminado.

Mas será que este senhor andou mesmo na Universidade de Coimbra? Será que ele sabe quem é que forçou a extinção do futebol do seio da Académica? Será que ele sabe quem é que fundou o Clube Académico de Coimbra para salvar toda uma história gloriosa e todo um passado de solidariedade, fraternidade e rebeldia em que doutores e pedreiros; estudantes e agricultores; engenheiros e comerciantes sempre seguíram a Briosa para todo o lado? Será que ele sabe quem é que conseguiu voltar a colocar o futebol profissional sob o símbolo e o nome da Associação Académica de Coimbra? Não podemos permitir que este podão insulte a memória de todos estes grandes académicos!

Afirma o senhor doutor que a Secção de Futebol teria muito mais apoios e que o dinheiro apareceria. Muito Bem! Aí está um pensamento digno de um doutor, que até poderá sê-lo "no papel", mas que não terá nunca a inteligência e a sagacidade para merecer utilizar este título, pelo menos pela amostra junta. Então o senhor doutor não sabe que a Secção de Futebol já existe? Sabe quantos espectadores, em média, assistem aos seus jogos? Quanto à ideia magnífica de que os apoios financeiros apareceriam e que com a gestão dos doutores/estudantes tudo seria melhor, queria lembrar apenas e só algumas modalidades que estão no seio da Universidade e que, efectivamente, já conseguíram chegar ao mais alto nível em Portugal, mas, e depois? Lembra-se do Basquetebol? E da vergonha que foi o Andebol? Espere, do Vólei lembra-se, certamente! Bem, talvez do hóquei? Todas estas modalidades, geridas nos moldes defendidos pelo senhor doutor, nunca se conseguíram afirmar-se ao mais alto nível. Foram sempre "sol de pouca dura" as suas boas "performances". Mais, acerca da gestão efectuada pelos estudantes, basta lembrar os repetidos escândalos que aconteceram com as contas de várias edições da Queima das Fitas para percebermos que tipo de gestão é que o senhor doutor preconiza para a Académica.

Voltando aos convidados, que seriam todos os futricas que não deviam pôr "estopa nem prego" na vida da Académica, assumindo este papel de convidados, deviam assistir às partidas de futebol à borla e, como é óbvio, não deveriam pagar quotas, pois mandam as normas da boa educação que os convidados são isso mesmo, pelo que não vão pagar para assistir aquilo para que foram convidados!

A Académica é de quem a fundou; de quem a desenvolveu; mas é, ESSENCIALMENTE, dos sócios que pagam religiosamente as quotas para que a sua Instituição possa ser, a cada dia, maior! Não é de um grupelho qualquer que tem tiques de sectarismo e de xenofobia social e que se acha superior por ter um título académico, mas cujo discurso demonstra a sua falta de inteligência!

terça-feira, 24 de julho de 2007

APRESENTAÇÕES

Há tarde, no centro comercial Dolce Vita, a Académica 2007/2008 mostrou-se aos seus adeptos. Alguma curiosidade em saber se apareceria alguma cara nova no grupo. Logo à partida, no placard posicionado no átrio do referido centro comercial, apareciam as fotos de Fofana e Vouho os dois marfinenses que têm estado à experiência e que terão convencido o Prof. Manuel Machado. À partida, estes dois atletas eram as novidades da apresentação, mas havia no referido placard dois lugares que não estavam preenchidos e em se que podia ler a palavra: "confidencial". Seria uma surpresa de última hora? Tal não se verificou na chamada dos atletas, sendo Fofana e Vouho as únicas novidades. Outra surpresa (meia-surpresa) foi o facto de Lira não ter sido apresentado, apesar da sua foto ainda estar com o restante plantel, confirmando-se a sua saída para Israel. Também N´Doye tinha a sua fotografia com o restante grupo mas, como ainda não está em Portugal, não foi apresentado.

Há noite decorreu então o jogo de apresentação da equipa da Briosa frente ao Beira-Mar. Manuel Machado optou por utilizar Káká na lateral esquerda e ocupar a zona central do meio-campo com Paulo Sérgio, Nuno Piloto e Tiero. O onze inicial foi o seguinte: Pedro Roma, Sarmento, Litos, Orlando e Káká; Paulo Sérgio, Nuno Piloto e Tiero; Lito, Hélder Barbosa e Vouho. Numa primeira parte bastante monótona em que a Briosa nunca conseguiu mostrar um "fio de jogo" que pudesse criar algum perigo para a baliza aveirense, destacaram-se Orlando, sempre muito seguro e tranquilo; e Paulo Sérgio que, no seu jeito um pouco trapalhão, mas muito lutador, foi segurando os centro campistas de Aveiro. O marfinense Vouho mostrou alguns pormenores de qualidade e teve movimentos interessantes, mas é um jogador ainda algo "verde". No entanto, penso que terá sido uma boa contratação e poderá evoluir muito na nossa Briosa.
Durante a segunda parte entraram Pedro Costa, Pavlovic, Berger, Joeano, Gyano, Miguel Pedro e Vítor Vinha. Nesta etapa complementar a Académica foi subindo um pouco a qualidade do seu jogo, o meio campo conseguiu levar algumas bolas até ao ataque, coisa que praticamente não se viu durante a etapa inicial da partida. Tiero fez uma exibição agradável, coroada com um espectacular golo de fora da área, que abriu o marcador. Também Joeano, bem ao seu estilo, se mostrou muito lutador e incomodou por diversas vezes a defesa contrária. Na última jogada do encontro, Gyano faz o segundo golo da partida, depois de uma boa jogada de contra-ataque pela esquerda, aproveitando para rematar de primeira uma bola rasteira centrada por Joeano.
Em suma, nota-se que o meio campo da Briosa necessita de muito trabalho ou de alguém com características diferentes dos jogadores que actuaram. Alguém com muita técnica e visão de jogo. Um típico "número dez". Nos restantes sectores nota-se alguma evolução em relação à última época, apesar do ataque ainda não estar a carburar a 100%.